img Sinfonia das Sombras  /  Capítulo 4 O Homem dos Olhos Dourados | 28.57%
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Capítulo 4 O Homem dos Olhos Dourados

Palavras: 1600    |    Lançado em: 29/05/2026

lara M

existem aquelas que fazem seu corpo inte

r com clareza. Talvez fossem os olhos dourados, ou a maneira como ele parecia estar constantemente tentando controlar alguma coisa dentro de si. Ou

rma direta, tentando manter a voz o mais firme pos

ocurassem alguma resposta escondida dentro de mim. Ao redor, o baile continuava normalmente: música clássica, taças

ir deste salão - murmurou ele novamente,

a nervosa, balançando a

m se dar ao trabalho de explicar absolutamente n

de Ethan, como se ele estivesse tentando decidir até onde pod

fíceis demais de acreditar para mentes puramente human

, impecável e controlado. Mas quanto mais tempo eu passava perto dele, mais desconfortável me sentia. Havia algo errado na maneira como ele sorria, algo frio,

gos, Julian - falou Ethan friamente, e sua

a elegante, desfrutando da cl

o de que sou o menos intimidador entre nós dois neste exato

ão normal. Existia história ali, ódio, algo antigo. Antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, uma mulher passou apressa

ei, olhando para o

eu pulso. Quente, quente demais. Meu corpo inteiro reagiu de forma instantânea ao toqu

rdenou ele de forma baixa e rouca, m

tentando puxar m

Ethan. Me solta - pedi, l

ergulhar em um silêncio absoluto de repente. Ele ficou totalmente imóvel, completamente imóvel diante da pequena ferida. Então percebi algo estranho: a respiração dele mudou

de forma nervosa, e

rma abrupta e violenta, dando meio passo para trás co

ou ele com a voz rouca devid

edo, minimizando

o, não foi nada - respond

a vez desde que o conheci o sorriso elegante desapareceu. Aquilo me assustou de verdade, porque por um segundo Julian pareceu fami

eando Julian da minha visão. Protetor e possessivo. Aquilo deveria me irritar, mas estranhamente me

e esse corte imediatamente - ord

nte sério por causa disso? - c

ele de pronto, man

recuperado a compostura novamente, mas agora eu conseguia perceber algo sombrio esc

volto - cedi, afa

iro feminino e apoiei as mãos na pia de mármore. Respira. Eu estava claramente cansada demais, era a única explicação lógica, porque nada naquela noit

atamente. Não, impossível. Eu devia estar imaginando coisas. Quando levantei a cabeça novamente, quase levei um susto. Uma mulher me observava pelo espelho atrás de mim. Ela era alta, elegante e vestida de preto. Os cabelos escuros

a maneira em público - comentou a desconhecida,

com a menção ao nome dele. Me virei

você me conhece? - indag

retamente, mantendo

ita Martins - respondeu el

e suave, mas milimetricamen

tureza dele - continuou ela, analisando

, assumindo minha postura de jor

ca no seu vocabulário? - pergunte

lado, como se estivesse me decifrando

mo de cuidado possível a partir de agora

steriosa e cheia de segredos me dizendo para tomar cuidado sem

e mistério juntos antes de entrarem no bail

uma risada baixa, contida e genuína, d

evêssemos criar um roteiro para os hum

erente dos outros convidados: mais alerta, mais perigoso. Ma

e? - perguntei de forma

, medindo as consequências, antes

- apresentou-se

pronunciado e nenhuma explicação extra

i em resposta, sustent

mundo naquela noite reagia de forma estranha ao meu nome, e eu estava começando a odiar isso. A mul

ecendo ao seu redor neste exato momento, não é, Clara? -

vez em toda aquela noite insana, alguém pareci

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