lara M
existem aquelas que fazem seu corpo inte
r com clareza. Talvez fossem os olhos dourados, ou a maneira como ele parecia estar constantemente tentando controlar alguma coisa dentro de si. Ou
rma direta, tentando manter a voz o mais firme pos
ocurassem alguma resposta escondida dentro de mim. Ao redor, o baile continuava normalmente: música clássica, taças
ir deste salão - murmurou ele novamente,
a nervosa, balançando a
m se dar ao trabalho de explicar absolutamente n
de Ethan, como se ele estivesse tentando decidir até onde pod
fíceis demais de acreditar para mentes puramente human
, impecável e controlado. Mas quanto mais tempo eu passava perto dele, mais desconfortável me sentia. Havia algo errado na maneira como ele sorria, algo frio,
gos, Julian - falou Ethan friamente, e sua
a elegante, desfrutando da cl
o de que sou o menos intimidador entre nós dois neste exato
ão normal. Existia história ali, ódio, algo antigo. Antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, uma mulher passou apressa
ei, olhando para o
eu pulso. Quente, quente demais. Meu corpo inteiro reagiu de forma instantânea ao toqu
rdenou ele de forma baixa e rouca, m
tentando puxar m
Ethan. Me solta - pedi, l
ergulhar em um silêncio absoluto de repente. Ele ficou totalmente imóvel, completamente imóvel diante da pequena ferida. Então percebi algo estranho: a respiração dele mudou
de forma nervosa, e
rma abrupta e violenta, dando meio passo para trás co
ou ele com a voz rouca devid
edo, minimizando
o, não foi nada - respond
a vez desde que o conheci o sorriso elegante desapareceu. Aquilo me assustou de verdade, porque por um segundo Julian pareceu fami
eando Julian da minha visão. Protetor e possessivo. Aquilo deveria me irritar, mas estranhamente me
e esse corte imediatamente - ord
nte sério por causa disso? - c
ele de pronto, man
recuperado a compostura novamente, mas agora eu conseguia perceber algo sombrio esc
volto - cedi, afa
iro feminino e apoiei as mãos na pia de mármore. Respira. Eu estava claramente cansada demais, era a única explicação lógica, porque nada naquela noit
atamente. Não, impossível. Eu devia estar imaginando coisas. Quando levantei a cabeça novamente, quase levei um susto. Uma mulher me observava pelo espelho atrás de mim. Ela era alta, elegante e vestida de preto. Os cabelos escuros
a maneira em público - comentou a desconhecida,
com a menção ao nome dele. Me virei
você me conhece? - indag
retamente, mantendo
ita Martins - respondeu el
e suave, mas milimetricamen
tureza dele - continuou ela, analisando
, assumindo minha postura de jor
ca no seu vocabulário? - pergunte
lado, como se estivesse me decifrando
mo de cuidado possível a partir de agora
steriosa e cheia de segredos me dizendo para tomar cuidado sem
e mistério juntos antes de entrarem no bail
uma risada baixa, contida e genuína, d
evêssemos criar um roteiro para os hum
erente dos outros convidados: mais alerta, mais perigoso. Ma
e? - perguntei de forma
, medindo as consequências, antes
- apresentou-se
pronunciado e nenhuma explicação extra
i em resposta, sustent
mundo naquela noite reagia de forma estranha ao meu nome, e eu estava começando a odiar isso. A mul
ecendo ao seu redor neste exato momento, não é, Clara? -
vez em toda aquela noite insana, alguém pareci

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