img IRMÃOS RURIK  /  Capítulo 5 Maxim Rurik | 55.56%
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Capítulo 5 Maxim Rurik

Palavras: 2198    |    Lançado em: 27/05/2026

atva. Nós não usamos isso. Ali, não há ambulâncias

por um caminhão e, tecnicamente, foi. Mas

nsigo pe

v

equipado quanto qualquer hospital de alto padrão. A cúpula oferece o melhor aos seus aliados. Somente os nossos são atendidos

uando os médicos tentam me empurrar direto p

ê... - Tenta argume

to, com os dentes cerrados, olha

meu tom. Tenta dizer alguma coisa, mas o olh

braços e a suturar alguns cortes superficiais. Meu lado esquerdo lateja, provavelmente uma costela

começam a trabalhar, a p

rmão, entrando apressado, seguido de

Dimitri, olhando meu estado.

nforma Yuri, franzindo a test

do quando o médico reposiciona meu om

e nós sabe o que aquilo significa: Sasha cr

m. - Rosna Viktor, cerran

to, embora minha voz soe ma

go me perturba mais do

- pergunto, me en

a Yuri, arqueando

com impaciência.

onde Dimitri, cruzando os braços. -

por dentro. Os médicos começam a finalizar meus curativos, mas, no

stá

cabelos bagunçados e os olhos ainda marejados, enq

norando completamente

im, ainda nã

inam d

ela. Quando abro a porta, Eva leva

inha voz sai mais gr

arecer indiferente, mas perce

esponde, erguendo o braço

os braços, ignorando completamente a dor

bu

mo. Mais

o os

a ordem, é

o pa

com as pupilas ainda denunciando o pavo

m de nós diz nada. En

z lá. - Falo baixo, quase r

r, passando a mão

is fraca, quase vacilante. - Eu não achei q

da tentando assimilar o fato de que aquela garota. Aquela garota que eu tinha jurado ser

, olhando p

ai é po

s a maioria na folha de pagamento, ainda assim tenho a

oli

e, no mundo em que vivemos, uma mulher precisa saber se defender. Mas até hoje, eu nunca precise

. Eu realmente vejo. A coragem dela está ali, mas também está o me

abaixando u

tão difícil dizer isso? - Voc

ança a

queles tiros, quando te vi caído, e eles vieram.

to. - E, acredite, f

em silêncio, até ela soltar u

o ao redor da sala, depois para mim. - Isso é in

um segundo, passa

ao meu mun

. Não é raiva. Não é medo. É algo estranho. Como se estivéssemos pr

cebo que minha preocupação com Sasha, Br

ão, eu só cons

não exatamente, mas é carregado de coisas não ditas, de perguntas qu

pertando os dedos contra o gesso como

o. Merda, por que ela me desestabil

do uma sobrancelha. - Não p

eio cínico, que costumo usar quando q

ssei por c

os braços, e logo faz uma careta de dor pelo movi

entender, mesmo sabendo

ivalidades... - Ela faz um gesto vag

aro,

E você não faz parte dele.

olhar, e então sua voz sai m

per

mão à arma que ainda carrego na cintura. Reflexo. Instinto. A po

ignorando completamente a presença de Eva,

entre ela e eles,

Fa

reto. - Ele está escondido em um dos galpões per

Como se isso fosse sufic

sangue

ha. Tentaram me matar, tentaram... - Respiro

frios, desviam rapidamente par

vamos dei

taque nosso. Ele não é burro de ficar com tão poucos homens depois de atentar contra mim. - Olho para meus i

rcebo que, embora tente parecer forte, sua ex

ira vez, me v

anda meu mundo e ela. Em acalmá-la, garantir que nada mais a assuste assim. Mas eu não posso. Ela

s discutirmos os planos,

Falo mais suave. - Me diz onde qu

, os olhos

ra fundo. - Tá me

o fundo. - Não. Estou t

smo desconfortável

e aprendi nas últimas horas, é que segurança é um c

brancelha, cru

fo de dizer que

a cabeça. - É um je

silêncio carregado. Como se o universo inteiro s

rosto dela. A forma como seus olhos tremem, como ela mord

xa do que eu esperava. - Você podia ter fu

gue o

alvou antes. Acho

ntrolar, levanto a mão, passando devagar pelos fios desalinhad

or um segundo, acho que ela

xim. - Sua voz treme. - E, honestament

ouca, mais amarga do que eu quero. - Um monst

undo, seguran

e você foi o mons

ente. As guerras, os tiros, Sasha, a Bratv

rosto, me

você soubesse o quanto

responde no mesmo tom. - O q

e, provavelmente, seria uma decisão que mudaria

Rosno, atend

soa do outro la

tá antecipando. Vai sair do porto em poucas h

os p

ão fazerem nad

er com nossa famí

i, volt

Se não voltarem, eu os expulso de seus cargos. - M

axi

ra, D

r alguns ho

sa, vocês não estiverem lá,

bem,

rri. Um sorriso confuso pra mim. P

xim. Os monstros não se preocupam com a

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