Virgem Sequestrada pelo Mafioso Psicopata : CONTRATO DE SANGUE / Capítulo 7 Eu ia morrer ali. Abafada por um verme. E cadáver seria violado. | 14.00%ESSIA L
hando. Entrei no chuveiro, lavei o sangue seco e a poeira do sequestro, mas quando saí, percebi: não
eus dentes batendo pelo
o Lorenzo. Era um soldado que eu não havia visto ainda, com um olhar que me despiu de forma obscena, percorrend
ra! - ordenei, tentando projetar a auto
- ele deu um passo à frente, com um sorriso asqueroso. - Fiq
o e o prensei contra o corpo
ma força bruta, me puxando para o hálito podre dele. - Quero ver se os pelos lá emb
a e músculo. Ele me puxou de volta, passando a mão pela minha bunda com uma audácia que m
da com precisão cir
e por um segundo. Corri pararitei, mas o som morri
sando contra o colchão. Suas mãos grandes apertaram meu pescoço enquanto ele esfregava a virilha nojenta no mei
por um verme. E depois o
borrado, enquanto eu me debatia freneticamente sob o peso daquele animal. Minhas unhas cr
no meu rosto. Ouvi um som úmido e nojen
do soldado, saindo pela frente do pescoço dele. O homem soltou um engasgo borbulhante e, antes que eu pudess
tudo o que ele co
s, cegando-me por um segundo. O corpo dele amoleceu, perdendo a vid
num salto, tropeçando nas próprias pernas. Eu era um desastre. O sangue dele estava em tudo: empastando meu cabelo pratead
ubado, e limpei o sangue dos olhos c
lidade de quem assiste a um pôr do sol entediante. Pela postura,
que me faziam querer gritar: um azul-gelo e o outro castanho-âmbar, ambos fixos em mim com uma intensidade predatória qu
um nó na garganta. Do que ele estava rindo? Ele achava graça do meu estado deplorável? Estava se divertindo c
- a voz dele era um sussurro letal. - Mas o sangue d
lábios. Eu estava paralisada. O tremor nas minhas mãos era incontrolável e o sangue quente do soldado começava a esf
imo lampejo de hesitação diante da minha nudez, era mais aterrori
e. A voz era um tom baixo, uma frequência que vibrou de
m grudento, um claque úmido contra o chão de pedra a cada passo lento. O pânico me grit
etros de mim, a faca ainda em punho, exalando um cheiro metál
ma. Não havia luxúria nos olhos dele; havia posse. Uma posse absoluta e cega. Eu não era mais uma

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