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Histórico

Capítulo 3

Palavras: 1704    |    Lançado em: 20/05/2026

sta de Holl

e suas mensagens não eram respondidas. Eu dizia a mim mesma que ele estava ocupado, cuidan

ranhamente conhecedor. "Ele está com a Dani, sabe", disse ela, com a voz escorrendo uma doçura artificial. "Da

e, com a voz tens

lugares ao mesmo tempo." Ela se inclinou, em tom de conspiração. "Ele ficou muito chateado com toda aquela história da Am

o sem cerimônia, o que levou ao seu suposto colapso nervoso. A mesma Amelia que havia zom

estava tensa. "Olha, Holly, Kade está com muitos problemas. A Dani não está bem. A família... eles estão sob muita pressão agora com a ree

migo?", perguntei, com a voz

lgo para desviar a atenção. Alguém que não seja... sabe,

eaças, até mesmo o sequestro - tudo voltou à tona, mas agora com uma clareza nauseante. O "perigo" não era para nós. Era para ele e sua família. E eu era o alvo c

s olhos. Ele não estava me avisando por minha causa. Ele estava me avisando que eu est

tendeu. Sua voz estava cansada, monótona. "Holly,

er, com a voz trêmul

o outro lado da linha. Então, um suspiro.

bia que possuía. "Você me usou? Você deixou que me machucassem para proteger a Dan

enters são impiedosos. Eles usariam qualquer coisa contra nós - especialmente rumores sobre nossa dinâmica f

avia me apaixonado, o homem por quem eu havia suportado tanto, me colocou deliberadamente em perigo. Ele me viu sofr

o desesperado, uma tentativa de salvar qualquer resquício de dignidade, qualque

ve agora, quase uma forma de apaziguamento. "Mas isso... isso

jogo de altas apostas. Meu peito doía com uma dor tão profunda que parecia física. Como um caco de vidro

e. Andei tropeçando, entorpecida, até que meu celular v

que acabara de se abrir em minha vida. "O novo manuscrito de K.B. Barry? É uma obra-prima! A editora vai dar uma f

ente famoso, o gênio literário. Eu havia buscado o anonimato para escapar da pressão, mas também para encontrar al

ingida de preocupação. "Está tudo bem? Você tem estado tão quieta desde que começou

Um anseio por algo que

nti, com a voz monóton

ra. É verdadeiramente cru, emocional... quero dizer, a forma como você capturou aquela dinâmica mã

al, aquele em que derramei minha alma após a morte de minha mãe, aquele que explorou as profundezas agonizantes da perda e o peso e

ha visto as ameaças, sentido o medo. Eu carregava a culpa de seu brilhantismo, sua recusa em permanecer escondida, seu eventual e trágico fim. Eu acreditava que sua visibilidade a havia matado. Então, escolhi a invisibilidade para mim. Tornei-me K.B. Barry, o elusivo autor masculino, evitando os holofot

proteger por mim mesma. Mas ele não via. Ele havia visto uma garot

iu rangendo. Kade estava parado ali, sua silhueta contra a luz do corredor. Ele segurava um pequeno e delicado vaso de lí

, com a voz rouca. "Pr

agente, eu tinha certeza. Mas ele tinha vist

momento muito difícil. A pressão, as ameaças... Eu só... eu tive que fazer." Ele parecia tã

e meu rosto. "Por favor, Holly. Não me deixe

, mas o calor era enganoso. Era um conforto nascido da manipula

nha descartabilidade. Olhei para ele, olhei de verdade para ele, e não vi o rei enca

olhos, a última centelha de esperança

com a voz oca, sem emoção. "Eu en

es arregalados com um horror cr

e-" ele começou, m

erada tentativa de encontrar um pulso em nossa conexão despedaçada. Eu precisava o

êncio gritando a resposta que eu já sabia. Meu coração, já em pedaços, se estilhaçou em um milhão de pequenos fragmento

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