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mas não conseguia. Meu corpo estava
o andar de cima. A casa era enorme, bem
êm uma casa dessas? Ser se
. Ele me puxou para mais perto, abraç
, amor. Podemos te dar a vida
nã, ele era muito alto e ainda musculoso. Eu, com meus um metro e cin
me deem nada.
isso, Eliz. No
im que entrei, percebi que a outra fo
tendia pela parede, era o destaque do ambiente, cercad
o tapete macio, enquanto o painel ripado, onde a
anorâmica com cortinas automatizadas. Realmente, lindo e luxuoso. Eu me sentia em casa ali
i. Tem roupas par
oupas p
mpramos p
estavam planejan
sada, me puxou e co
olhos em você, amor. Ca
nte são
toda dess
e novo. Eu os queria. Ah, como os queria... Mas,
ão tenha a ideia de tentar fugir. Há câmeras por todos os lad
ou do beijo e saiu, me de
sofisticada. A água quente relaxou meus músculos tensos
pelos três homens que faziam meu coração bater
mas igualmente perigosos para minha s
ia e caminhei até o closet. Assim q
as perfeitamente. E tudo, absolutamente tudo, er
biam disso? Como podiam conhecer c
conjunto confortável, um short de algodão e uma blusa de
li e fingir que não estava presa com eles. Infelizmente, t
ros se misturava ao do café recém-passado, criando um ambiente quase acolhedor. Se não fosse pelo fa
cozinha e parei na entrada, o
séria como sempre. Ele parecia completamente focado na t
Enos, inclinado sobre a mesa, montava pratos com uma concentração que me fez sorrir sem querer. El
s espiando ou vai
e virou com aquele sorriso travesso e me encarou co
omida. - Murmurei, cruzando os braços
al para você. - Disse Enos, me lançando um olhar intenso
franzi a testa
. - Sabemos que você gosta de comidas bem temperadas e nada muito
ber sobre mim mais do que deveriam. Isso deveria me assustar, mas
coisas sobre mim. - Disse dev
u, apoiando-se no balcã
. Você acha que íamos sequestrar uma
celha, irritada co
so com frequência?
l disse, com seu
mostrar que senti ciúmes, mesmo sa
tempo pretendem
sua proximidade me fe
tender que pe
fundo, uma parte de mim se perguntava por quanto tempo conseguiria
DR
egumes frescos que eu cortava. Eu nunca me import
vorita de Eliz, cozinhando os legumes no ponto certo, c
a faca enquanto as lembran
primeira vez que a vi, anos atrás, quando eu, Eliel e Enos com
le jeito petulante e desafiador que só fazia com que eu quisesse domá-la. Mas Eli
já havíamos dividido mulheres antes, eu e meus irmãos. Era
forço, a forma como falav
los para apoiar a irmã. Lembro exatamente do mome
ais incrível do mundo. E se era incrível, só po
dito casamento de conve
over entre nós, procurando o que fazer, mas só me deixava mais excitado essa proximi
ável. Eliz ainda estava irritada com a gente,
ncadeiras de Eliel e Enos, provocand
o mais um pedaço da salada. - Eu jamais ima
egando mais salada e levando até a
só de armas e briga
deu provocativa, beb
to. As bochechas coradas pelo vinho, os lábios úmidos e brilhantes,
seu lugar. Percebia nos pequenos gestos. Na forma como relaxava os ombros,
vão cozinhar para mim. - Ela
Eliz. - Falei, olhando-a. - D
ou por mais de um segun
. - Resmungou, espetando um
- Você já é nossa, Eliz. N
ar, os olhos bri
ca fui d
re a mesa, apro
s conhecia. Agora que conh
o olhar e soube que havia conseguido atingi-la.
os, senti um olhar sobre mim. Não p
rdada? - perguntei, sem
. Percebi que sua voz estava mais
o pano e me vire
samento? - perguntei,
rriu, mas havia algo triste no fundo daq
do tão perto que nossos
r você se casar com um
só um casamento de con
o, e eu apenas a olhei, admirando aq
acham qu
o o queixo dela com f
temos
o escondendo a satis
completame
cê? Com
orpo dela, o cheiro adocicad
ios quase tocando os dela, quando
arrar a nossa mulher, faz is
go nossa marrentinha estava entre nós, no seu l
pés, esticando os braços até meu pescoço, me puxando para me inclinar até sua boca. E
os. Enos atrás dela, começou a beijar seu pescoço
l, se entregando assim pa
um beijo. Ele não se fez de rogado, beijou nossa m
a, fazendo-a sentir toda a extensão. Ela gemeu mais, pressionando o quadril con
nou e lhe tomou um seio na boca. Fiz o mesmo com o outro, chupando-a com vontade, ouvindo os gritos deliciosos de prazer d
a. - Enos disse, sua voz tranqui
O
. Eu a coloquei no chão. Meu pau e o dos meus irmãos quase
aus nessa boceta gostosa quando admi
ao mesmo tempo. Ela desferiu um soco
dio
Falei, me inclinando e b
ais gostosa do mundo.
garota. - Enos
. Não sou
deliciosa. Meu pau quase saltou das calças, indo sozinho à procura daquela que me
N
a que seria um inferno. Acordei com o pau duro e nem precisei
ro, a voz, o jeito como ela nos desafiava com aquele ol
e tomei um banho frio. Não ajudou muit
a aceitar a situação, mas paciência nunca foi exatamente o meu
s. Seus gemidos me alucinavam, seu corpo, caralho, aquele corpo, me deixava louco. Cheio de curva
mia da mansão. Precisava gastar energia ou acabaria enfiando Eliz
o ao lado. Suspirei, já imaginando que não seria nada de
exterior. Pegou a mulher errada e foi parar na prisão. O gove
ço envolvia capturar bandidos, resgatar reféns e resolver merdas que a polícia não conseguia,
vai
ão? Isso veio dire
semelhar ao de um falcão, olhos atentos a tudo e um bote precis
mos oc
. Precisamos de vocês e você
zemos isso pelo dinheiro, e agora não estamos dispostos. N
culpados. Ele se envolveu com a mulher
e não sossega o pau no meio das calças e nós sere
foco era Eliz agora. Estávamos ali por ela. Fiz
apareceu. Me virei e dei de cara com a
parte de cima de um baby doll transparente e uma calcinha de renda que mal cobria a delí
mente o efeito que causava. E, porra,
cruzando os braços, o que apenas destacav
or um segundo, te
m fogo, Eliz. Andando
esperam que eu me comporte
ria me provocar, que queria testar os limites. Mas eu já estava no meu limi
sse juízo. - Murmurei, a vo
riso lindo formado nos lábios gross
ossem me soltar. Parece que
ra a parede e fazê-la entender que ela já era nossa. Mas eu queria mais. Que
quanto quiser, Eliz
os olhos, fing
Go
calor do corpo dela. Meu olhar desceu por suas curvas, pela pele
ocar, do que eu estava pre
braço, subindo até seu ombro. Sua respiração vacilou.
tremendo?
ou, mas sua voz não saiu
o muito. - Falei
ais rápidas, segurando sua cintura e puxando-a contra mim.
fingindo? - sussu
izei os lábios por seu pescoço, sentindo sua pe
Eliz. Só preci
xo, quase imperceptível,
sou de
scondido ali. Eu via a forma como seu corpo reagia,
ere
ber que Esdra e Eliel estavam na porta,
o foi a pro
ruzou o
vai perceber que não tem co
cabelos, tentando
nto quiser. Mas no fim, vai ser
o havia dúvida a

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