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urdecedor das vozes misturado ao cheiro forte de álcool e cigarro não me incomoda, mas cada olhar dos homens
os há com
ovo emprego, nessa cidade estranha, tem sido... peculiar. Ana havia me alertad
esente. Até eu, com minha percepção pouco aguçada, cons
u sei o que ele quer sem precisar perguntar, e me viro para servir, i
tonelada de músculos. Talvez eu seja louca por ter ac
a encarada antes de se afastar e se juntar
diária assim que o expediente acabar - Diz
ando soar tranquila, mas por
dois dias. Dois dias sem me preocupar com o que vou comer no almoço
no fim do mês. Não quero me aproveitar da boa vontade dela. Já me incomoda o fato de ter chegad
m um restaurante durante o dia e serve bebidas numa boate de vez em quando. Eu também preten
inco armários, porque não tem outro jeito de descrever aqueles caras. Ombros largos, pernas grossas, jeans, camisas a
us olhos, tão escuros quanto a noite, me prendem. Sem querer, reparo no nariz reto e bem definido, nos movimentos le
Não é só a beleza. Tem algo
, e ele murmura algo inaudível para os outros, que parecem surpresos. Enquanto os quat
erer? - Minha voz sai trê
us braços são enormes, musculosos, cobertos de tatuagens e algumas cicatriz
é grossa, rouca, quase um tro
é da sua conta. - Balbucio, as
ar para Eddie, que até
o nom
e quase caio para trás ao ver meu chefe inclinando
nos sirva esta n
no fim... - Começo a
r cerveja. - Sem esperar resposta, ele se
? Pago 150 hoje pela diária - Eddie diz, e
cer, sinto pena do meu chefe e aceno em c
bonito que já vi, mas também é
Eddie se oferece para levá-las até a mesa. Tento ignorar aqueles homens enquanto continuo a se
vada durante todo o tempo e
ara casa. A cidade ainda é um mistério para mim, e Ana me mostrou o traj
ltar sem me perder. E, claro, meu cel
o de v
inuo secando um copo quando o idiota do líder paga a conta para Eddie
ente saem, solto u
o? - Eddie brinca,
ente. Mal sabe ele que estou mais do que acostu
le me entrega o pagamento, que enfio no bolso sem hesitar. - Tome cuid
camente, mas d
abe sobre
stivesse fora do comum. Balanço a cabeça, incrédula, e
essa cidade é re
uro. Ele assente co
com alças, e saio antes que algo mais bizar
há ninguém na rua, e tenho uma caminhada de três quarteirões pela frente.
, e eu só consigo culpar aquele cretino. Ter sido encarada por qua
ovas no tênis apertado de segunda mão. Arranco os sapatos o mais
ilêncio. Ana dev
vou direto para o chuveiro, tomando um
ia não foi tão ruim
em a pena. É o que repito para mim mesma t

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