ele beijo. A lembrança fica
r o cheiro dela que era como
ocidade, deixando quem a p
devorado. O gosto do beijo
conhaque - doce, amargo, i
ro não se dissipou. Estava
. Selvagem. Perigoso.
o é de complicação na
mpo pra isso. Mesmo assim, t
disso eu tenho certeza. Mesmo
to daquele ex
sentado no bar esperando
Ela me vê, me cumprimenta d
fastado do balcão onde ela
está lotado. Tem uma band
o mesmo de um dia em que o
upada servindo bebidas junto
ares se cruzam. A festa de
melhor fechar o bar só para
sossegar minha cabeça e
eu agradeço por isso. Não
só não gosto de tanto barulho
uísque do meu copo termin
e eu fico o tempo de uma dose
mbulante, cabelos negros c
e caíam pelos ombros e emo
um verde quase dourado como
se curvavam em sorrisos fáce
les, mas elegante, que contr
endurada no pescoço, era a ú
ntadora estava vindo em minh
sta de botas, no dia que nos
go começa a trabalhar imagin
hando em minha direção em um
s
a frente, me entrega um g
cruzando as pernas e faz
os dias. Ainda é pelo tra
a provo
beber." Respondo sem qu
or quê? Minha pre
Fred, aquele beijo... não
r o me
Uma atuação perfeita, eu d
pe, Ária. Não estou procu
cê está procurando, Fre
enho beber." Ergui meu cop
colocar mais seguranças aqui
do meu c
u pro Gabriel sobre o
Eu dev
upado à toa. Se isso pude
ando o real motivo dela que
a situação que eu não nem d
olv
m cara daqueles?" Pergunt
o as
ez, rebeldia. Me casei c
lvez carente.
rição?" Só do jeito que ela
bi todo o resto do conteúdo
m?" Ela levantou uma sobra
a pagar minha conta. Precisav
sa." Ela disse qua
oite, Ária!" Guardei meu ca
uava sentada no mesmo luga
na direção dela e encontrei
escure
o menos nada de positivo.
sta pra mim. O divórcio foi dif
soltou meu pulso e se levantou
ar no bolso, desbloqueei e
oloque seu número aqui." El
i uma mensagem e enviei para
novamente, me ligue." Nós e
us lábios. Por um momento, i
lábios vermelhos. Mas ela não
te só e eu não queria um re
to novamente. Com grande esf
ei sem olhar para trás. Enquan
ontinuava me olhando. Podia s
a pr
ma cápsula de silêncio na
ado em minha solidão profund
ão na minha mente que me ma
, as mãos enterradas nos cabe
ali. Ela havia se tornado u
que havia se tornado a per
do debaixo do chuveiro, que c
ã
ma luz prateada pela ja
te da vidraça, com os olhos f
ra mim mesmo, minha voz rou
ma radiação letal, mas você
onita, é um fenômeno cósmi
o como uma força física. Uma
acelerar enquanto meus mús
a razão, que está diante de a
r, lembrando de um documentá
ortas. Densos. Imprevisíveis.
va enlouquecendo a po
i os olhos, me forçando a
iso dela me veio à mente. Irô
u nunca decifraria. "Não é um
realidade. Eu sei como isso
oeira estelar. Mas meu cor
do as lembranças e todas a
feitiçou? Por que diabos
la
cabeceira da cama. Era um
nha lido a m
sar racionalmente, como
la poderia me chamar a qualqu
dedo hesitou sobre
sem motivo algum, mesmo s
arecia mais um feitiço do que
inte
a mentalmente pra mim m
resposta. Mas é um teste. "
moveram sozinh
s palavras apenas. Bastara
ota!" Resmunguei imaginando Á
nto eu. Um pulsar em repou
ra
finalmente me tomava, a
naudível: "Já es

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