aço e fui me sentar na cama. Camis foi até a mesinha onde tinha depo
o diss
lmente
ar milhões de coisas, mas também sabia
esolvi que precisava conversar com ela, e que por
uerer saber o
orrendo e ir matar aquele infeliz. Afinal, não posso gastar o meu réu primário agora, pelo menos não com aquel
noite. Contei tudo, todos os detalhes, eu precisava. Parecia
- Eu disse assim que
tentar se controlar apertou a
s, muito graves. - Ela di
hor. Me sinto melhor só d
m. Somos amigas, jamais te deixaria passar por tudo isso sozinha. E você não precisa se
u s
ue você quer
cabeça e
ssa que eu estou usando é emprestada da recepcionista. Preciso ir à farmácia, tenho que comprar analgési
pegar tudo isso aí. Na minha mochila tem umas maquiagens, você pode usar, só não usa muito porque eu sou mais branca que você
dizer nada. Eu sabia que era porq
ue ela tinha de maquiagem. Eu prec
ra vários tons mais claras que a minha,
tentei passar no rosto, sem
ha voltado só de encostar ali. Mas eu precisava. Tinha que fazer a maldita maquiagem para po
viscoso pelo rosto para esconder a maior parte d
a dava para ver os tons de roxo, não tão nítidos como ant
Camila voltou com as com
disse, apontando para as sacolas que carregava. - Tem escova de dentes, um pen
gada!
até mim e olhando o trabalho que eu tinha feito com a maquiagem - Troux
ass
para o espelho. Cada puxão no couro cabeludo me lembrava de
ter demorado quinze anos? - Perguntei, o
colocou as mãos nos meus ombros, evita
ivente por quinze anos, Ariane. A
tou transformar em minha marca permanente. Ao passar pela recepção, vi Clarissa. Ela me de
arro da Camila. O motor arrancou, e enquanto nos afastávamos do hotel, eu senti que não estava apenas saindo de
otetiva - disse Camila, ligando o rádio em uma música ba
ra minhas m
bilidades de voltar para o lug
m pouco, as fechei em
e voltei a olha

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