i
orena latina à minha frente
alguma cois
vertida, como se soubess
aconteceu com Cléo. Desde o primeiro instante, gostei do jeito descomplicado dela, de como
procurando? -
ei que tinha vis
trabalhar daqui a pouco, mas acho que ai
eição, Jeff se junta a nós, segur
r, não? Estão fofocando de que
sua cara - Cléo responde, rouban
í onde vai trabalhar ho
- Jeff e leva o garfo na boca. - Sarah deve esta
te, abaixa a voz como se
tado pela general, essa Sarah
irando os olhos. - E eu não
são por um instante, entã
mas eu não duvidaria se tive
hoje? - Suspiro enquanto le
ro gostoso e sedutor, desviando o olhar sempre que a Dr
rabalha
a cabeça e se levanta
amoroso, você sabe onde me encontrar. - Ela pisc
, mas antes de ir, me
cara. Você
refeitório. Boa sorte! Nem isso vai ajudar, nosso mundo é complet
.
O mais curioso? Ela não faz ideia de quem sou. Não sabe que foi na minha frente que s
ela. Mas nada me surpreendeu tanto quanto descobrir que ela está solteira desde que pegou
tei o que aconteceu com o ex-noivo e a enfermei
miga, Kara, no dia seguinte ao ocorrido. Kara. Isso lá é nome? Automaticamente,
ra outro país com a desculpa de que ele iria se especializar. - Cléo revira os olhos e eu sorri. - Já a enfermeira, por outro
pode se juntar com suas amigas putas e passar o rodo. Mas não no meu hospital!
so tudo se nem traba
resse? Não me diga que... - Ela leva as mãos à boca de for
- rebato, enfatizando o
odeio e
uvido que ela goste desse apelido ridíc
mente depois que ela voltou da t
preendo com um
la não foi
u tanto esse título quanto esse apelido ridículo.
rdou de pé esqu
m pesadelo dos infernos, como todas as outras". M
ar no refeitório - Cléo di
nte, esqueço até de respirar.
xonado por ela! - Cl
eixa eu ir, tenho muita cois
exe comigo desde o primeiro instante em que a vi naquela boate, muito menos que, nos meu

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