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fase ruim, mas depois de tantas tentativas frustradas comecei a acreditar que havia algo muito errado comigo... o
e em diversos lugares, sempre tentando manter um sorriso no rosto e alguma esperança no peito. Mas nada vinh
com ele, o pouco dinhei
as e percebi que não teria como me manter por muito mais tempo. Foi aí
gava diretamente aos meus pais. Só de cogitar aquilo, meu pei
caos que algo in
lular
de esperança. Meu coração acelerou, e por um instante, tive a sensação de
e con
tímido, mas presente. Até que a realidade bateu novamente quando per
nha dinheir
uei minha situação, disse que não tinha condições financeiras nem para m
i que aquilo seria o fim
ia e, pouco tempo depois, fez um depósito generoso, sufic
sem r
tempo, era exatamente o tipo de op
muitos shifters por lá. Só esse detalhe já seria suficiente para me deixar desconfortáve
sava do
a daquel
costas contendo duas mudas de roupa, meus documentos, uma pasta
ha, e sem dúvidas ter
sito e do horário. Só de pensar nisso, meu estômago já se revirava, m
e entrei no ônibus tentando ignorar a
omo se já esperasse algo ruim acontecer. Respirei fundo e fechei os olhos
ente... não
ágica, fui puxada de
e..o fogo
estivesse vivendo tudo novamente. O medo me envolveu completament
o, acordei de repente, com o co
egundos para ent
vezes, tentando me recompor enquanto olhava pela janela. O cenário já era d
ava ch
entando afastar o mal-estar. Meu corpo ainda es
movimento era intenso, pessoas indo e vindo, vozes misturadas, sons de mal
havia recebido: um car
, mas não vi n
izer onde fica a área de espera? _ p
a direção indicada,
sentando em um dos bancos disponíveis en
s, meu celu
torista
vamente. Demorei alguns minutos até finalme
é ele com c
Meu nome é Cris, e vou acompa
respondi, observa
fesso que, à primeira vista, fiquei surpresa por ele ainda trabalhar como motor
e era firme,
dava gradualmente. A cidade foi ficando para trás, dando lugar
çávamos, mais in
a parecia
ertava algo d
lgo que eu não
vamente, e precisei desviar o olhar
te diminuiu a velocidad
a mansão. E
mesmo símbolo estava presente na porta de entrada e até mesmo no chafaio percorreu minha espinha. Porque, sem
lo... e o lobo
sentindo o suor escor
erguntou Cris ao abrir a
respondi, tentando parecer mai
ém da família presente. Apenas a governant
cuidar? _ perguntei enquanto
firmou. _ A senhora est
que contenha
nsível. Qualquer detalhe poderia arruinar minh
e pediu que
ntando controlar a ansiedade. As portas se abriram, e assim que entrei, fui rec
sticados, quadros pintados a óleo e um carpete macio
me deixava
qu
dores até que ele paro
i. _ di
s que pudesse desistir, e
, organizada com
s presos em um coque alto, vestindo um uniforme p
um prazer conhecê-la. _
to foi
ciente para
hei nos olho
a totalmen
quase imperceptíveis, mas presentes. Havia algo
à cabeça, era eviden
is do qu
nha. _ ela disse, me
ndo esconder
era o
trev
tamente honesta
eza se estava pre

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