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a verdade é que estava apenas sobrevivendo à sequência de reuniões e e-
uidando da empresa e está secretamente passando todo
que o motorista estaciona na garagem da empresa. Meus pés latejam, minha cabeça pulsa
. Quando as portas se abrem, encontro Mônica me esperando na recepção do an
esperaria o tempo que fosse necessário. Achei super educado. Muito gentil, inclusive. - el
ter energia nem para esconder a preguiça
gesticulando com entusiasmo, como se me
direção à sala, desejando que seja um cliente, um fornecedor, até
om calma e, a suspeita se
c
ografia do nosso casamento. A moldura de vidro simples. Meu sorriso entusiasmado. O olhar dele i
. Permanece imóvel, como se
ique sutil, mas audível
a que sempre me deu a sensação de que ele es
a distância. Juro que não
deveria e
ão os mesmos. Sempre foi difícil ler o Ace. Nunca dec
ele diz, e o uso do verb
mente me dei o direito de não precisar ma
o do divórcio pode tratar com meu advogado,
eça, como se engolisse al
falar sobre
aro qu
com mais uma das suas ações inesperadas e sem explicação? Afi
depositando minha bolsa com mais força do que o necessário - então não
i que ele percebe a nota
tração qualquer, mas ele não se move. Ou melhor, move-se s
o do outro lado da mesa agora, como se esperasse
te, tentando entender o que Ace está fazen
esperar lógica de você. - rebato, erguen
rovoca. E é isso que mais me irrita, essa constante imobilidade dele, como se fosse feit
E eu... eu deveria recuar. Mas não me mexo. Meu corpo inteiro fica em alerta, ríg
enas um passo de mim. Tão perto que posso sentir o calor
Nunca tocou. Nem no casamento. Nem na lua de mel. Nem nas noites em que eu crie
a
mas sólido. E, agora, ele está aqui agindo
te, mais baixo agora, o olh
ce o faça acreditar que no fundo isso é tudo um teatro para ter sua atenção, mas
uero que me deixe em paz. Quero continuar voltando pra casa sem sentir aquele peso no peito, aquela expectativa de que voc
se isso pudesse me proteger d
Esperei no altar. Esperei nas noites em que a cama era fria demais para dois.
os ardem, mas não quero
er comigo e que você agia igual com todo mundo. Mas você sorria mais para os outros do que pra mim, não... você nunca sorria pra mim e nunca falava mais que o necessário e se eu falasse você diz
que não consigo mais
por quê? Porque de tudo que você pode me dar, a ú
ntindo o gosto salgado das lág
desejou que eu tivesse paz ou qualquer migalha de felicidade... me deixa ir. Me deixa seguir. Não m
o. Ele me observa como se visse, pela pri
vagar. E ent
ez Ace Montesino cedeu. - Eu vou assinar tudo. - continua. A voz rouca, um pouco
ância entre nós volta a ser segura, suportável. Até
am por um breve segundo e depois re
o o que eu deveria ter feito. Eu não sou o homem
gritar, outra parte quer chorar. Mas
e en
. Abre-a. Antes de sair
que você
. Sem drama. Sem ce

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