itu
le
imitar o que já tinha visto antes, e vol
is natural. Pela reação dele,
escapou de
boca de
mão se enroscou no meu cabelo e p
a protestado. Mas minha mente parecia distante..
la sensação nova, intensa. Era desconfortável... mas, ao mesmo tempo,
or cre
ade que eu n
murou, a voz carregada, enq
até onde conseguia ir. Cada movimento era novo,
puxando levemente meu cabelo de
ovocava a
a só f
is pro
acompanhar o ritmo, tentando entender
mecei a perceb
explorar, mesmo que timidame
ltou um som rouco.
ao controle que ele exercia... ao jeit
vesse aprendendo al
tando
nsistente... quase desesperada. Meu corpo inte
não está? - ele disse, em um
o res
precisava
já s
tionar. Agora meus movimentos eram mais firmes, mais confian
era ind
ca
a tinha senti
e, ele se
te. Ele parecia maior, mais imponente... como
u lentamente,
, analisando minha expressão, m
s ainda trem
abia o q
ueria di
aproximando um pouco mai
s ficaram pres
êncio...
m riso baixo
tão
ação di
quela exigência... que me fazia
ntei falar,
pouco mais, dimin
Pe
i em
ar direito, as pa
r fa
por um segundo, como
elh
. naquela dinâmica... que fazia me
momento,
is
ue me falt
incapa
ta de c
tensi
despertasse
da porta se abrind
parando, enquanto ele rapidamente pegava a
ele disse, baixo, antes
er normal, mesmo sentindo meu rosto
veio do corredor, seguida pel
ondi, tentando
rando-se para mim com surpresa.
resp
mãe respon
é minha filha. Vejo que
tômago
- minha mãe perguntou,
elo rosto, soltand
nenhum
- Helena, esse é o Sr. R
ajudado todo
rnas fica
ltou lentame
ho
str
tado algo em mim que eu
mem que susten
- ele murmu
uma única pergunta e
ue eu acabe

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