ítu
a ditar a agenda do dia. As palavras saíam automátic
enas fisicamente, mas a energia que emanava dele pareci
...? - m
iso nos lábios. O simples olhar dele era sufi
lema, senhor
o, s
em perceber, observava-o, a linha do maxilar, a forma como ele se movia com segurança, e, sempre que os
rgueu a mão num gesto silenc
pausa, ouvindo com atenção. - Ele é me
ar um salto, embora não
- Traga para que eu assine. Leve-o para
ervaram nela novamente, demorados demais para serem profissionais.
nuar, senhor
lindo seco, e volt
omprar algo simples para o jantar. Re
murmurou, mais para s
as. Assim que abriu a porta e deu um
te dela par
to uma mulher desconhecida estava sobre ele, subindo e descendo no pau dele. Eles ri
de Ele
rulho fez os dois se virarem ao mesmo tempo. Ele empalideceu
xplicar... - ele come
m camisinha. Ela não gritou. Não chorou. Apenas sen
m a voz estranhamente cal
édio, apoiou-se na parede, o peito ardendo e o coração acele
vezes até sentir as batidas do coração desacelerarem o suficiente para conseguir ligar o motor e
nto, Rubens encarava a mul
rcebido antes, já tinha te mandado embora. M
fica junto, sem se esconder - r
u, sem
lhar pra me susten
trabalha.
u, irritado, e
r ela? - murmurou. - Vou inventar alg
ueroso - disparou a mu
- ele gritou, apon
risada cur
pedir duas vez
ele pergunto
o a porta com força, d
se ainda esperasse que ela voltasse. Na janela, o gato preto
*
s vidros, o calor parecia acompanhar as emoções dentro dela. Estava ner
do levou
se no banco do passageiro, fitando-a com olhos atentos demais para um s
us... -
sperado, esticou o corpo. A língua áspera roçou a bochecha de Elena num carinh
olhida. Quando piscou, tentando entender o que estava acontecendo, o gato já ha
na onde a pata havia tocado. Teve a nítid
ar e seguiu o gato, que corria p
to atravessou o po
ombras. Grades altas de ferro delimitavam o terreno, e o gato
ou o carro
ngido, como se a estivessem convidando a entrar. Elena virou-se para trás, espera
liu
portões. Assim que passou, eles se fe
precisaria contornar a mansão. O caminho era ladeado po
hou para trás como se tivesse certeza de que ela o
o el
es claras. A água ondulava suavemente e um homem emergia d
rou, sem
o os músculos. Ele virou lentamente, como
ância, ela o
.? - o nome escapou nu
egros. Profundos. Os mesmos que a ob
le com calma. - Está me
do advogado, das palavras ditas ao telefone. - Ah... eu... sinto m
e, mas a curiosidade foi mais
aneira displicente. O rosto... era praticamente idêntico ao de Mark Darkmoo
assando-a pela cintura com naturalidade. - Pode se vir
nto muito - repet
guns passos. Ela se
io sorriso. - Acho que, de alguma
ele, sentando-se à beira da piscina
o dela a
eu estou? - per
deu ele, simplesmente. -

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