img A Secretária do CEO de Gelo  /  Capítulo 4 Clara | 33.33%
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Histórico

Capítulo 4 Clara

Palavras: 1616    |    Lançado em: 02/04/2026

Aço e a Prom

do po

quase o triplo do que você recebe aqui na Vértice. Benefícios que fariam até o sindicato mais combativo se emocionar. Uma estrutura sólida, equipe de apoio de elite e ferramentas

processei os números: o custo exorbitante dos meus imunossupressores, os exames de sangue quinzenais que eu muitas vezes pagava do próprio bolso para não enfrentar as filas do SUS, as c

eto do meu pai, adiando o conserto dos dentes há anos porque "o dinheiro não dava"; lembrei-me da geladeira da minha mãe, um eletrodoméstico antigo e ruid

s pensamentos. - Eu a indiquei sem um milímetro de hesitação. Sei exatamente do que você é capaz qu

era do tipo que ficava corada com facilidade; a vida me ensinou a con

ça, Helena. O que a Bea

confortável e mente afiada. E, Clara... - Ela hesitou, o que era um sinal de alerta vermelho. - Blindagem emocional absoluta. Ele testa as pessoas. Ele

simplicidade de quem anuncia que

ramento

ivo pelo medo, mas uma vontade ainda mais intensa de provar que eu era a peça que faltava naquele tabuleiro de xadrez de bilhões d

afa? Ou está tentando constru

ando a graxa

lara. Mas e você? Está com aquela expressão d

m um piscar de olhos. - Am

e-mails de acompanhamento, deixei memorandos detalhados e preparei uma lista de pendências para a Júlia. Ela tinha apenas vinte e dois anos, mas possuía a ce

a. O Jonas é nosso plano B, mas se São Paulo decidir ter um daqueles dias caóticos, ligue para o Marcelo. Ele conhece atalhos na Radial que não estão no

Júlia já conh

s precisos. - E pegue isto: minha caneta reserva

amanhã, Clara - Júlia sussurrou, cúmplice, enqu

a mãe. Minha voz estava firme, carregada

uele tratamento d

com isso agora. Vamos ver se mês que

rar, mãe. Eu vou r

o da linha. O silêncio de quem

perguntou ela, entre a esperança e a cautela

nidade monumental. Depois te conto os deta

cuide-se. Não se perca ne

Diante

ersistente que sobrevive contra todas as probabilidades. Retirei meus saltos e os deixei perto da porta - um som seco de couro contra o chão qu

m lã fria com forro de seda suave, uma blusa de cetim de seda (que não irrita os poros) e um blazer estruturado que me conferia a silhueta de uma mulher que não pede permissão para existir. Testei ca

nota mental que er

po para cadastro e

papel especial, referênc

igital, gestão de conselho, pr

ncolho. Eu sou o

. Encarei o teto. Eu sou uma guerreira em minha própria derme. Se amanhã tudo desse certo, eu entraria no covil de um hom

do Rei

revivência completo na bolsa. O metrô estava em sua calma pré-caos. Olhei meu reflexo na janela escu

como um obelisco de arrogância: vidro azul profundo e aço polido que refletia o céu de São Paulo com desdém. O lobby era silencioso como um m

ajustei uma mecha rebelde do meu cabelo ruivo. Postu

an

os selecionados. Atrás da recepção, uma parede de vidro de dez metros exibia a cidade em s

Entrevista com o senh

el que parecia ter sido esculpida e

senhorita Albuquer

ndo, sentindo o ar condicionado gelado contra meu rosto. Eu não estava ali apenas pelo salário ou pelo currículo. Eu estava ali porque eu

m discreto sinal verde. A recepcionis

ório era implacável, mas ela não me definiria. Eu era Clara Lemos. E eu era mais do que

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