img O Dono do Meu Destino  /  Capítulo 5 Um acordo | 31.25%
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Histórico

Capítulo 5 Um acordo

Palavras: 1374    |    Lançado em: 26/03/2026

te

San

ha voz firme. - Ela tem crises graves. Toma remédios caros. Eu trabalho em tr

do tipo avaliador. Seus olhos percorreram meu

repetiu, lenta

uenta

m um leve movim

a dela quando

ndi. - Mas você

ém pra cuidar da velha.

galei o

. O qu

rosto mais ainda, de modo

a pra mim. Eu

bondade. Não

da assim, meu corpo sentiu um

ntenha sua palavra. Disse que faria qualquer cois

que se trata antes. – ele sorriu - Tenho o dir

o dep

e q

– segurou uma me

ia eu pagar pelo que minha i

o. - m

ucou. Mas segurou firme o suficiente para que eu se

E ali, por um instante, algo quente passou pelo olh

ão vejo faz tempo. - ele diss

- eu mal

s do meu ouvido, sua v

Fo

o lentamente, como se quisesse ver minha reação. Depois se vi

ens chamou. - O que

rrompendo qualquer ação,

ou - Ela agora perten

r nada. Eu dei um passo à frente, mas parei quan

ele disse. - Eu

- minha v

direto nos

falar com alguém e menos ainda com a polícia. Me entendeu? – eu eng

mos falar

mão e os homens soltaram Narin. Ela tropeçou,

la, o tremor dela, quase igual ao meu. Quand

s deixar

meio careca com cara de cobra - Vão para cas

**

puxava Narin pela mão, quase arrastando, tentando manter meu corp

i Narin para dentro e entrei logo atrás. Ela caiu contra mim no ba

andar. O homem no banco da frente, o "co

uer chorinho alto demais, eu paro o car

mais para

ei no ouvido dela. - Não

inha pele. Eu passava a mão no cabelo dela, tentando controlar

om do motor e o choro engolido de Narin. Quando parou na frente

, polícia, padre, cachorro, ninguém. Boca fechada, porque minha

o vamos fazer nada - re

rto, sem humor. - O chefe foi ge

pela rua como se avaliasse riscos

em de

mão trêmula e pux

e a porta atrás de mim. A rua inteira parecia co

rin agarrada

as nela e respirei uma vez, curta, ruim, c

tia. Vai - pedi, afastando uma

da tia. Eu caminhei até o meu. Joguei meus sapatos para qualquer canto,

os latejando do quanto eu os apertei. Minutos depois, Narin ent

ão, sentando com as pernas cruzadas como quando era pequena. - A

a o lado dela e a puxe

a devagar, tá? - pedi, segurando

ga de rua, mas... Ayla... Ele puxou o homem pelo colarinho... e... E o outro segurava uma arma. Eu fiquei parada po

i ela ma

o bem, eu tô

pra dentro da caminhonete. Eu fiquei travada. Aí um deles me viu. Eles olharam pra mim como

o meu pescoço, esqu

, amor.

garrando meu braço. - Ayla, aquilo foi assassinato. Assassina

s de eu pensar. - Narin, não

u rosto. - Eles vão ficar soltos? Eles vão continua

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