te
San
ha voz firme. - Ela tem crises graves. Toma remédios caros. Eu trabalho em tr
do tipo avaliador. Seus olhos percorreram meu
repetiu, lenta
uenta
m um leve movim
a dela quando
ndi. - Mas você
ém pra cuidar da velha.
galei o
. O qu
rosto mais ainda, de modo
a pra mim. Eu
bondade. Não
da assim, meu corpo sentiu um
ntenha sua palavra. Disse que faria qualquer cois
que se trata antes. – ele sorriu - Tenho o dir
o dep
e q
– segurou uma me
ia eu pagar pelo que minha i
o. - m
ucou. Mas segurou firme o suficiente para que eu se
E ali, por um instante, algo quente passou pelo olh
ão vejo faz tempo. - ele diss
- eu mal
s do meu ouvido, sua v
Fo
o lentamente, como se quisesse ver minha reação. Depois se vi
ens chamou. - O que
rrompendo qualquer ação,
ou - Ela agora perten
r nada. Eu dei um passo à frente, mas parei quan
ele disse. - Eu
- minha v
direto nos
falar com alguém e menos ainda com a polícia. Me entendeu? – eu eng
mos falar
mão e os homens soltaram Narin. Ela tropeçou,
la, o tremor dela, quase igual ao meu. Quand
s deixar
meio careca com cara de cobra - Vão para cas
**
puxava Narin pela mão, quase arrastando, tentando manter meu corp
i Narin para dentro e entrei logo atrás. Ela caiu contra mim no ba
andar. O homem no banco da frente, o "co
uer chorinho alto demais, eu paro o car
mais para
ei no ouvido dela. - Não
inha pele. Eu passava a mão no cabelo dela, tentando controlar
om do motor e o choro engolido de Narin. Quando parou na frente
, polícia, padre, cachorro, ninguém. Boca fechada, porque minhao vamos fazer nada - re
rto, sem humor. - O chefe foi ge
pela rua como se avaliasse riscos
em de
mão trêmula e pux
e a porta atrás de mim. A rua inteira parecia co
rin agarrada
as nela e respirei uma vez, curta, ruim, c
tia. Vai - pedi, afastando uma
da tia. Eu caminhei até o meu. Joguei meus sapatos para qualquer canto,
os latejando do quanto eu os apertei. Minutos depois, Narin ent
ão, sentando com as pernas cruzadas como quando era pequena. - A
a o lado dela e a puxe
a devagar, tá? - pedi, segurando
ga de rua, mas... Ayla... Ele puxou o homem pelo colarinho... e... E o outro segurava uma arma. Eu fiquei parada po
i ela ma
o bem, eu tô
pra dentro da caminhonete. Eu fiquei travada. Aí um deles me viu. Eles olharam pra mim como
o meu pescoço, esqu
, amor.
garrando meu braço. - Ayla, aquilo foi assassinato. Assassina
s de eu pensar. - Narin, não
u rosto. - Eles vão ficar soltos? Eles vão continua

GOOGLE PLAY