img O Dono do Meu Destino  /  Capítulo 2 Isso é a vida | 12.50%
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Capítulo 2 Isso é a vida

Palavras: 1483    |    Lançado em: 26/03/2026

te

y

ite, me deitei na cama estreita e dei

ava ca

ncio. Narin estudava no quarto e minha tia dormia depois de um dia d

Narin cham

perguntei, se

r, segurando um e

a na caixa de correio. Qu

um lado para o outro. Era do

ê não

abeça. - Mas eu sei o que

antes de rasg

olha, senti o ar su

Narin perguntou,

lar, mas a v

ais alto do que pensei. Os olho

. A gente n

Nem trabalhando d

vamos fazer? É

ra a folha

tia. Para o futuro que par

de algo. Algum extra. Qualquer coisa que pa

ê já trabal

m sorriso. - Eu dou um je

ou forte, quas

ajudar mais -

di, beijando o topo da cabeça dela. -

la conta absurda. Eu e a velha sensação de que, para

a gaveta, um detalhe preso ao rod

ento: a

pudesse simplesmente tirar di

mesa. Uma mensagem do dono do b

Preciso que venha amanhã depois do

eu mais rápido.

tamente o tipo de trabalho que eu prometi não pe

e de novo. Eu não tinha escolh

pagar em dob

ob

urgência".

ele disse que tudo bem. Fech

**

a

erno velho para tentar aliviar sua febre, quando ela começou a

avor... - pedi, inclinando o co

sse pegou de novo. A água

disse com a voz rasgada. - Pa

odia ajudar. Detestava ainda mais a casa vazia sem

estaurante, e mais os bicos de limpeza, quase nunca pegava nesses horários, porque é perigoso tão

mais forte, dobran

ei de pé. - Eu vou

e ela pudesse protestar. A ligação

ndeu com a voz cans

e. Não adianta só chá e vapor... Acho que ela

s temos

ou ontem. Eu

que Ayla fazia quando estav

a farmácia. Pede

uase o preço do

de casa à noite.

revidei, tentando parecer mais segura

dela ficou séria. - Você sabe mu

ompi. - Não precisa ficar preocupada. Só não quero gast

essa respiração. Era o momento exato em que el

hegar na porta da farmácia. E quando sair

pouco, apesa

irmãzin

faland

te amo. Vou

mbém. S

o dentro e olhei para a tia. Ela estava recostada

tia. Prometo.

olhar, com aque

Deus, mi

**

lvez viesse mais tarde. Os postes de luz estalavam, ilu

preto arrancou com velocidade numa via transversal. Uma senhora fech

de cidade onde você andava distraída. Tinha muito brilho, muito concreto, muitos pré

eguei à porta da farmácia, cumpr

che

se tiver promoção. - e

sacola. Saí da farmácia sentindo uma tensão que eu não sabia expli

stou v

do colégio, n

de volta. Eu virei a última rua antes

E GEMER,

e, carregada de crueldade.

continuar andando fingindo que não ouvi nada. Mas a curiosidade ou

lexos das luzes de um carro preto estacionado do

fegante.

falei tudo... Por fav

a caminhonete estacionada. Meu coração batia tão f

i e vi

ostas. O rosto dele estava inchado, sangrando. Parecia um advogad

homens. Dois segurava

r levantar a voz. Alto, ombros largos, terno

ia feito de pedra. Ele não gritav

tes. - disse o homem do terno es

começou a chorar, rastejan

Eu imploro... Eu tenho uma

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