te
y
ite, me deitei na cama estreita e dei
ava ca
ncio. Narin estudava no quarto e minha tia dormia depois de um dia d
Narin cham
perguntei, se
r, segurando um e
a na caixa de correio. Qu
um lado para o outro. Era do
ê não
abeça. - Mas eu sei o que
antes de rasg
olha, senti o ar su
Narin perguntou,
lar, mas a v
ais alto do que pensei. Os olho
. A gente n
Nem trabalhando d
vamos fazer? É
ra a folha
tia. Para o futuro que par
de algo. Algum extra. Qualquer coisa que pa
ê já trabal
m sorriso. - Eu dou um je
ou forte, quas
ajudar mais -
di, beijando o topo da cabeça dela. -
la conta absurda. Eu e a velha sensação de que, para
a gaveta, um detalhe preso ao rod
ento: a
pudesse simplesmente tirar di
mesa. Uma mensagem do dono do b
Preciso que venha amanhã depois do
eu mais rápido.
tamente o tipo de trabalho que eu prometi não pe
e de novo. Eu não tinha escolh
pagar em dob
ob
urgência".
ele disse que tudo bem. Fech
**
a
erno velho para tentar aliviar sua febre, quando ela começou a
avor... - pedi, inclinando o co
sse pegou de novo. A água
disse com a voz rasgada. - Pa
odia ajudar. Detestava ainda mais a casa vazia sem
estaurante, e mais os bicos de limpeza, quase nunca pegava nesses horários, porque é perigoso tão
mais forte, dobran
ei de pé. - Eu vou
e ela pudesse protestar. A ligação
ndeu com a voz cans
e. Não adianta só chá e vapor... Acho que ela
s temos
ou ontem. Eu
que Ayla fazia quando estav
a farmácia. Pede
uase o preço do
de casa à noite.
revidei, tentando parecer mais segura
dela ficou séria. - Você sabe mu
ompi. - Não precisa ficar preocupada. Só não quero gast
essa respiração. Era o momento exato em que el
hegar na porta da farmácia. E quando sair
pouco, apesa
irmãzin
faland
te amo. Vou
mbém. S
o dentro e olhei para a tia. Ela estava recostada
tia. Prometo.
olhar, com aque
Deus, mi
**
lvez viesse mais tarde. Os postes de luz estalavam, ilu
preto arrancou com velocidade numa via transversal. Uma senhora fech
de cidade onde você andava distraída. Tinha muito brilho, muito concreto, muitos pré
eguei à porta da farmácia, cumpr
che
se tiver promoção. - e
sacola. Saí da farmácia sentindo uma tensão que eu não sabia expli
stou v
do colégio, n
de volta. Eu virei a última rua antes
E GEMER,
e, carregada de crueldade.
continuar andando fingindo que não ouvi nada. Mas a curiosidade ou
lexos das luzes de um carro preto estacionado do
fegante.
falei tudo... Por fav
a caminhonete estacionada. Meu coração batia tão f
i e vi
ostas. O rosto dele estava inchado, sangrando. Parecia um advogad
homens. Dois segurava
r levantar a voz. Alto, ombros largos, terno
ia feito de pedra. Ele não gritav
tes. - disse o homem do terno es
começou a chorar, rastejan
Eu imploro... Eu tenho uma

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