v
as agora! - uma voz masculina grave e potente
antes mesmo de eu
bei batendo a mão em um va
eco eco
i assustada - É um
- a voz tornou a ecoar - O que
ômago a
ainda assustada - Por que está esco
mais fraca do
onde bem quiser dentro da minh
veio lenta.
io Sloane? - question
eu novo tutor? Não tenho muita certeza disso. Ainda mais a
u não fiz por querer, eu só queria papel para imprimi
questionou - Se não tivesse e
ria papel para imprimir o meu t
ustrados, a barra da calça preta e um pouquinho do tronco, coberto por uma ca
o! - ele disse - Sobre o
nte se move
me e Defesa Pen
da? - ele questionou como se
e ensinou a estudar direito e fazer bons trabalhos, para ser
m elevar a voz. Não precisava. - Não vou cobrar o vaso da Dinas
le falava, baixa, firme, sem esforço, que parecia atravessar direto a minha pele e me prender ali, no lugar. C
o algo passou perto demais do meu braço, sem encostar, mas o suficiente para fazer minha respiração
ndo o bloco de folhas A4 contra o
tiu como se aquil
r m
e me cha
para chamá-lo! - respondi - Achei qu
eu gostaria que voc
ar já que você é bem mais velho que eu! - respondi um tanto nerv
disse rígido - E você e eu não temos nenhum pa
ou pior do
má-lo então? Já que não posso chamá-lo
deu - Só volta logo para
! - concorde
aí tão rápido daquele escritório sem olhar para
a escadaria o mai
pido que batia descompas
o encontro com o meu tutor ter sido de forma tã
alina que eu nunca havia sentido ante
recostei na porta e precisei respirar fundo para recuperar o fôleg
lhas sobre a escrivaninha - Por que tinha que ser tão desast
idisse me ma
eria par
m eu ver o rosto dele, eu tive a estranha

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