img Escolhida pelo Rei Alfa Amaldiçoado  /  Capítulo 5 A fera acorrentada | 50.00%
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Histórico

Capítulo 5 A fera acorrentada

Palavras: 1146    |    Lançado em: Hoje às 10:56

m silêncio - um s

ranhado de membros se revirando inquietos nos beliches, a quietude parecia ensu

a certeza se alguém havia realmente dormido. De verdade, não. Como poderiam? Todas nós estávamo

nos olhos fundos, nos ombros caídos pela derrota

n

doía, mas não esperava pela mort

lmente mergulhou numa quietude frágil -

o chão. A pedra gelada me fez estremecer, m

o pela garota no canto que ainda t

maçaneta de metal, exalei pe

e eu congelei. Nada se

te para escorregar para fo

a no corredo

Como se o próprio palácio estivesse prende

roncava suavemente, a cabeça inclinada par

s aos

outro, prendendo a

tropece. Não morra", mu

górico. Apenas a luz da lua que entrava pelos vitrais servi

, colada à parede, os p

esta ficava para além dos muros do

era meu ú

gora, e a luz da lua não alcançava ali. As sombras

. Ecoou pelo corredor como uma tempestade, vibrando pe

gel

esconder e voltar, mas algo mais - alg

em direção ao som, cada passo mais pesado que o anterior, como se atravessasse u

té que dei com a porta -

raspavam a garganta, como se a criatu

açaneta e descobriu que a

cortou minha respiração - correntes, por toda parte, pres

ra um lob

ongas se cravavam no chão de pedra, deixando marcas profundas e furiosas, os olhos brilhavam num dourado flamejante, selvagens e atormentados, e

e horri

imal, mas sim

lhos dele encon

ugiu, puxando as correntes com uma violência q

despedaçar, mas, por a

hão, a mente gritava, mas o co

ela fúria, de toda aquela r

rente e sussurrei para mim mesma: "Não

e obedeceram, e

s correntes de novo, arrancando u

m vez disso, me aproximei,

hos sobre mim, o peito arfand

e, levant

te, os músculos tenso

ucar", sussurrei

que me importava, mas algo me diz

preso, ta

se aquietou instantaneamente e parou de ros

ndo na minha palma, e choramingou - um som suave e de partir o

Bra

terrou a cabeça no meu ombro,

a, completamente atordoada

eu, nem arranhou, nem desped

consegui m

u, só um pouco. Não consegu

, baixo, em alerta. Por isso, permaneci ali, nos braç

ficava, mas algo niss

uando senti calor nas costas - um

o, descobrindo que a f

omem, cujo braço me envo

i aos tropeções, o coração n

mexeu, aind

o desse quarto como se a vida dependesse disso, sem ousar olhar para trás, pois

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