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Histórico

Capítulo 2 O Rei

Palavras: 876    |    Lançado em: Hoje às 10:56

de mim, o ponto fi

meus pés. A bochecha ainda latejava do tapa do pai, e os dedos esta

ue sentia no peito - traição, solidão e uma raiv

a e caminhei, rígida, até o qua

té que minha mãe decidiu que era adeq

ra esse quarto patético a que fora reduzida - um colchão fino no

idade, meu direito de nascença e meu futuro

o do colchão. Dentro, havia alguns pertences - roup

emor dos dedos. O relógio na parede marca

lácio do Alfa Rei com as outras

ocado pela própria morte, e que sua cama

escolha

me encarava, pálido e fantasmagórico. Os olhos estavam vermelhos de tantas noites chorando em silênci

esse reflexo, vi algo q

dos contra o vidro, sussurrando: "Você vai sobrevi

*

molhado e metal velho. Éramos seis no total, todas vestidas com o mesmo vest

remiam de medo. Outras tentavam disfarçar co

passarem borradas, o céu que escurecia engo

imávamos do palácio,

gras, um lugar onde a luz do sol nunca tocava, onde nenhuma risada ecoava e

ó sabia que não ia para lá

num céu sem estrelas. O palácio se impunha diante de nós - pedra negra e torre

sa na garganta, sentindo que os

leza construída p

rmes portões de ferro. Seus olhos nos percorreram com desinteresse en

nspecionadas como

o nariz enrugado ao nos examina

espondi, a

ma sobrancelh

Alfa Gregor, da Mati

m Alfa?" El

o m

us olhos. Piedade? Curiosidade? Seja o que f

denou, apontand

uzidas com

es de pedra eram frias ao toque, os corredores longos e estreitos.

s penetrantes e tom de voz ainda mais c

am dirigidas. Não falem do Rei a menos

ante de nós com

m protesto, sem hesitação.

nha esquerda so

nela. "Não ponham à prova a mis

a serão levadas aos vossos aposentos. U

a, olhando para cada uma como quem d

hos dela se fi

e enc

varam num gesto que n

ela pri

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