nda pele, a fenda discreta revelando a curva da coxa. Ela desfilava pelo salão com a calma de quem sabia que estava sendo observada; e e
do o compasso enquanto as mãos se moviam soltas pelo corpo, como se fosse dona de si, como se fosse feita para
s esperava o jogo acontecer. Nenhum home
ele. Um toque sutil, como se a
iramente bagunçado, como se tivesse passado os dedos por ele momentos antes. A camisa branca estava dobrada até os
enhuma
onde um anel costumava estar. A pele um pouco mais clara na base do de
ou, a voz baix
uem sabe exatamente
mo se não se importasse com
o quem sabe exata
ergueu em um sorriso enviesado, e os dois se
onta dos dedos roçando a pele exposta. Ele a
s vezes ela passa rápido
da, às vezes um final rápido é suficiente - el
, a respiração quente
mais reserv
or, fingindo hesitar, mas
ço um luga
-
ourados sobre lençóis de seda negra. No centro, uma cama larga como um convite, com a cabeceira
izando os dedos pelas hastes do cabelo, os olhos negros faiscando como se carregassem um segredo a
as âmbar. O vestido escorregou pelo corpo como se o próprio tecido soubesse que não era digno
omo quem desembrulha um presente caro. Os olhos de Úrsula acompanharam o movimento, e qu
caminho pelas costas nuas, que traçavam rotas invisíveis na pele macia. Ela o recebeu como uma onda receb
igo, sentindo a firmeza dos músculos, o calor do peito, a pulsação no pescoço. Quando ele se inclinou para beijá-la, os lábios se tocaram com
seus corpos, enquanto os toques se aprofundavam, exploravam, marcavam territórios invisíveis. O chei
ongos demais para caber em qualquer relógio. O ritmo era uma dança: ora suave, ora urgente, como uma música qu
dela arqueando para receber o calor dele. O tempo não importava. Só o agora, só os corpos entrelaçados, só a cert
nsaço e ao calor compartilhado, Úrsula permaneceu ali, deitada, c
-
mas a cama ao lado estava fria. O silêncio era cortante; a ausência dele era um eco nos cantos do quarto luxuoso. Ela se sentou dev
o, um bilhete dobr
pelo que aconteceu. Amo minha
até ele quase rasgar. A caligrafia era firme,
dobradas com descuido, como gorjeta
cou pesada, o sangue
edução, mas nunca cobrava. Não era sobre o dinheiro, era sobre o poder, sobre o co
so, o sorriso enviesado, a barba rente, os dedos fortes em sua cintura. Úr
surrou, os lábios
guerra. Olhou-se no espelho: os olhos negros como poço sem fundo, a p
tígios. A sombra da aliança, o cheiro, o olhar, a voz. Aquela c
nha acabado de entrar
a não p

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