ie Na
ama da minha mãe no meio da noite, como quando eu era crianç
Minha mãe sempre sente. Abriu os olhos aind
, o que ho
i em
tou com a gente, e agora está aqui - ela co
idi falar. Não dav
har. - Disseram que eu atrapalho as pessoas. Que e
mais do que eu queria admitir. Não porque perdi o emprego, isso já tinha acontecido antes, mas
mais perto e me abraçou
rme. - Você sempre foi esforçada
ou cansada. Porque parece que eu carrego um peso grande de
sair. Devia estar exausta, e eu dormi pesa
to, prendi o cabelo, vesti uma roupa simples. Fui no quarto do meu irmão e imprimi al
a bolsa e saí. Um novo dia. Novas oportunidades.
os jornais logo na entrada. Peguei um e fui direto ao classific
rata estagiárias pa
celerou. Os o
chance - murmur
tária. Quem sabe co
nal, saí apressada e fui direto para o ponto de ônibus. O vento batia no rosto, e
hoje é o
nte à empresa. Olhei para cima, e meu pescoço sequer conseguiu alcançar o topo do prédio. Imponente. Vidros espelh
rei f
murmurei pa
rrei a porta de vidro e entrei. O ar-condicionado gelado me envolveu de imediato, junto com o cheiro de ambiente caro, l
to até a
com a voz mais firm
sorriu de form
so aj
classifica
a vaga de
entregou uma fi
cha, po
elefone. Endereço completo. Minhas mãos tremiam um pouco, mas respirei fundo e s
sala, a Seletiva acont
. Maquiagem impecável, bolsas caras, saltos altos. Por um segundo, me senti deslocada. Olhei para minha roup
i em
ando controlar a ansiedade. Logo chamaram para a primeira seletiva escrita. Prova simple
ois, começaram a chamar nomes. Muitas foram dispensadas ali mes
ra a próx
bate-bola. Pergunt
aga? - O que espera aprend
tentei parecer algo que não so
ndo chamadas. A espera parecia eterna. Meu estômago já reclamav
já quase três da tarde. Morta de fome, mas
mo se fosse um banquete. Peguei o ônibus e voltei para cas
po relaxou. Já era quase seis da tarde qua
en
rsan. Você foi selecionada para a entrevista
quase saiu
- consegu
guardamos, amanhã às
não sentia há muito tempo. Hoje,

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