img Esposa de Mentirinha para o CEO  /  Capítulo 3 Melanie | 30.00%
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Histórico

Capítulo 3 Melanie

Palavras: 1273    |    Lançado em: Hoje às 10:55

ie Na

conheço cada rua, cada barulho de ônibus passando cedo demais, cada vizinho que fala alto dem

o pai. Ou m

i lembrar disso. Ele era tudo pra mim. Meu porto seguro. Meu abrigo. Ele me chamava de Melzinha,

medo passou a morar com a gente. Eu via minha mãe tentando ser forte, mas chorando esco

mãos pra mim, Melzinha - ele dis

romessa, pra mi

com as mãos cheirando a produtos de limpeza e o corpo moído. Eu virei adulta antes do tempo. Enquanto outras

. Arrumava meus irmãos. Da

ente se atrasa - eu dizia,

sando se tinha comida suficiente em casa. Quando a aula acabava, eu busca

iz o que preci

tei de organização, de papel, de arquivo, de tentar fazer tudo certinho. Quando fiz dezoi

me sentia útil. At

é lenta

atenção

e que n

eco. Precisa

a. Foi pior. Cliente acha que pode falar o que

logo,

errou d

im nem devi

sorria. Porque pre

ante. Não tenho quem me indique. E ainda por cima sou atrapalhada. Tropeço nas minhas próprias pernas, literalme

e, você é um desas

vezes so

esabou. Sou a irmã que virou mãe cedo demais. Sou a filha q

to na cama e olho pro teto. Penso no

zinha, meu

uma lágrima cair. Não d

. Um deles já fala em faculdade. Quando ouço isso, meu coração

ei que vou tropeçar mais vezes. Sei que vou ouvir ri

m sei que

as pernas, mesmo tropeçando

cedo que parar n

Um único. E foi ele quem acabou

dele er

Ele sempre aparecia com uma bala pro meu irmão, um chocolate pra mim, um so

stava de contar histórias, fazia questão de parecer interessa

to de vo

do daquele jeito. Ou pelo menos eu achei que era daquel

orta, sentar no sofá, filme, risada baixa pra não

uele d

. Eu trabalhei só até o horário do almoço no restauran

o pra casa

. Como

boba, televisão ligada. Até que o clima mudou. E

l. - ele disse, sorrind

a no meu corpo. Nos meus seios. Meu coraç

Alan.

ual

não penso em fazer

foi. Casar virgem. E

vou casar

tá comigo? - per

m hesitar, como

você é

se não. Disse várias vezes. Mas ele não ouviu. Ele me segurou. Tapou mi

ntou no sofá

a como se nada tivesse acontecido. Como se não tivesse arra

da. O corpo doendo.

Esse pensamento me envergonha até hoje, mas foi o que passou pela minha cabeça naque

cio. Chorava de vergonha. De medo. De nojo. De culpa, me

elho e quase nã

sse pra mim mesma. -

inguém. Nem pra minha mãe. Nem pra amigas. Pra ninguém. Decidi ta

u só minha il

u minha

so

e de que

o. Como aprendi a fazer desde muito cedo. E nunca

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