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mais além. Aqui, neste lugar, nada existe. Coletivo ou individual, físico ou incorpóreo, nada disso
tempo em que tudo se convergia e se dissipava rapidament
o, dentro desse vazio, em algum lugar com certeza havia algo, espreitando, esperando
azio estremeceu e pareceu encolher e dobrar em si mesmo. O es
inevitável tudo colapsasse apenas para se condensar em um único ponto brilhante, uma pequena luz branca que parecia sugar tod
estendeu a pequena lu
ua consciência retornou, os próprios pensamentos ainda além da compreensão, difíc
meçou
ronunciava. Mas já era tarde. Suas mãos se estendiam em direção àquela figura disforme e enevoa
a mente. Ela tentou se mover, porém a queda continuava. O frio penetrava cada vez mais profundamente e então um impacto roubou seu ar e ela lembrou que podia respirar. Seu cora
agarrava aos seus membros. A cada momento ficava mais difícil respirar. Era como se seu próprio corpo resistisse aos comandos e mãos lhe puxassem para cada vez mais longe. Arrastando-se des
irreconhecível lhe dizia para ir. Siga, não pare. Você tem que ir. Ela não ia parar. Não nesse luga
, acolhendo e lhe embalando em um murmúrio suave. Ao fechar os olhos e se deixar envolver pela luz, ela pensou mais uma vez naquela figura misteriosa e sem forma e percebeu, no último instante a
ou abrir os olhos. Seus cílios tremeluziam com o esforço e pequenas gotas de orvalho pendiam dos fios delicados. Ao abrir uma pequena fenda rapidamente os fechou dev
or um momento seus dedos ossudos e pálidos, e se pôs a estrela brilha
alhar de folhas. Com cautela desviou o olhar d
ando uma planície que se estendia até onde a vista conseguia alcançar, porém as águas estavam paradas, não havia corrente. Já às suas costas se erguia uma floresta espa
do rio, as raízes das árvores e cada lâmina de grama que cobr
além da própria respiração e do farfalhar das folhas em suas
avam ao vento onde estavam fincados no solo, metal retorcido ab
és se arrastando mal saíam do solo em cada passo. Desviando dos desconhecidos que deitavam sem a esperança de um dia abrirem os olhos novamente e
carando o que se presumia ser seu próprio rosto no la
er um traço de
zia ideia d
o se podia pôr em palavras. Ela havia deixado isso em algum lugar, só não se recordava ond

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