o ele se afastou. "O que foi?" ela pergu
elo. "É que... você acabou de sair do
viu um lampejo de irritação em seus olhos antes
a. "Você é sempre tão bom para mim." Ela encostou a cab
ala de estar. Era o espaço dela agora. Suas malas estavam perto da porta, seu cobertor favorito j
nte feito. Clara o fizera em um daqueles lugares de pintar cerâmica no primeiro aniversário deles. Ela estava tão orgulhosa dele. Ele a
dela rindo, com manchas de tinta azul no nariz, enquanto tentava acertar o bico.
ta em seu esconderijo, o coração batendo forte sem motivo. O que
s que ainda tinham o cheiro fraco do perfume de Clara. Cada objeto mundano era uma mina terrestre de memória. A marca específic
eu. Uma notícia de última hora sobre um engavetamento na Marginal Pinheiros duas noites atrás. Sua aten
o carro
edans pratas na cidade. Mas então a câmera deu um zoom na janela traseira estilhaçada. Um pequeno adesivo desbotad
ão pod
ade súbita e desesperad
Preciso dar um pulo no hospital. Esq
a toalha, o cabelo úmido. "Agora?
entiu, pegando as chaves.
lta para sua própria casa, a que ele compartilhara com Clara. Ele não sabia por que estava indo
a sala. Uma onda de alívio tão poderosa que o deixou t
a da frente, atrapalhando-se com a chave. Ele em
sala, empacotando uma caixa.
ensei que o senhor
oca enquanto o alívio se esvaía, substi
Maria suavemente. "Ela me pediu para empacotar as c
zendo pular. Era um número desconhecido.
o Montenegro?" uma voz ma
. Qu
de São Paulo. Estamos ligando a respeito de um v
igo virou gelo.
atal há duas noites. Estamos tentando contatar o parente mais pr
ziam sentido. Fata
o não é possível. Ela está bem. Ela só foi embora." El
mas firme. "Precisamos que o senhor venha ao
seus dedos dormentes e
ta
ao seu redor. Era um engano. Um eng

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