eu braço como algemas. Seus pés tropeçam no próprio vestido,
lha por cima do ombro, a tempo de ver Gi
rdim, o olhar cravado nos dois como se cada passo fosse um aviso
de firmeza. Puxa o braço com força, forçando Vincenzo a
o, retomando o controle ao agarrar seu braço co
jardim. - Me deixa fazer isso, só isso. - Insiste, virando-se por instinto, o
perto de mim, eu transformo esse jardim em um cemitério. E te prometo, cara mia, o sangue derra
a ameaça ainda vibrando em sua pele. Sem
voz embargada, enquanto se lança entre eles com o corpo trêmulo. - Se
lha em um abraço firme, enquanto encara Vincenzo com olhar ameaçador. - Esse f
liano pergunta, a voz grave e marcada pela c
se lentamente na direção de Giuliano, um sorriso ácido marcando o canto dos lábios. - Relaxe, D
tocar um fio d
plicar o óbvio. - E como o senhor bem sabe, na Máfia levamos nossos votos a sério: até que a morte nos separe. - Faz uma breve pausa, o sorriso f
m os olhos fixos e a mandíbula tensa, enquanto aperta a
Seria grosseiro sujar o jardim, ainda mais diante dos convidados. - Prossegue, a voz baixa, impassível. - Os ratos, como bem sabe, preferem agir nas sombras. - Faz uma pausa breve, como quem sa
a voz tensa, os olhos fixos em Vinc
uliano. - Alfonso responde, entre os dent
ir os miolos daquele bastardo puls
anham com raiva e sim com
à rua, um carro preto já os espera. O motoris
ende a mão para ajudá-la, mas, co
ozinha no automóvel, mantendo intacto
um leve sorriso no canto dos lábios, enquanto c
panha com o olhar os veículos que os escolta
o voltado para a janela, recu
mo vestígio de segurança que conhecia,
r. Tudo ao seu redor parece estran
o carro cruza os portões de um
postados a cada ponto estratégic
cercada de árvores meticulosamente podadas
sta já está do lado de fora, apressando-se em abrir
ermanece parado, observando em silêncio as cos
perado, ele se aproxima e a
tomado pelo susto e pela violação brusca
, a voz carregada de raiva e humilhaç
chutam o ar, mas Vincenzo n
ferente à revolta dela, como se carregar sua espos
murmura, a voz arrastada, carregada de sarcasmo
mansão como quem reivindica o que é seu, sem pressa, s
? - Pergunta, a voz tensa, lutan
io, subindo as escadas com passos firmes, como se ela não tives
s pés dela tocam o chão, Vittoria recua ins
mão para o interior do paletó, sem desv
r entre eles e o coração de Vittoria dispara, comura, a voz baixa, quase um sussurro rouco,
ente, o peito subindo e de
rde o equilíbrio e cai de costas, os cabelos se espal
lentidão calculada, o sorriso ma
comecei. - Continua, a voz roçando o ou
sem encostar de fato na pele, somente o suficiente para que Vittoria so um caminho insinuante pelo pesco
sob o corte, sem que ele desvie os olhos dos dela po
e quando eu te fizer gemer. - Sussurra, a voz rouca, arrasta

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