sacudiu a lim
de Arcana. Triunfo arranhava o apoio de braço
- gritou Triunfo. -
endo o controle. Arcana podia sentir o chassi pesado bal
visor. Viu a grade preta de um SU
da estrada. Estavam cercando-os. Aq
disse
avanco novamente, mas Arcana se moveu com o equilíbrio de um felino. Ela
ventilando, os nós dos d
u o colarinho
o passage
alisia dele. Ele se arrastou sobre o c
zou para trá
via construído na oficina da prisão, mas a f
ou Triunfo lá de trás.
reram os espelhos. Um carro no flanco esquerdo, um
fundo no a
o rugiu. A li
se - murmu
mais para um veículo tão longo naquela velocidade. Mas o SUV à sua direita estava cr
não
om suas rodas traseiras. Então, girou o volante com força para a direita, di
ento. O SUV à direita não esperava que um movimento defensivo se tornasse uma ofensiva brutal. Houve um amaodo o controle. Ele atravessou o gu
a. Lá dentro, Ampulheta observava a limusine preta executar um
se Ampulheta, c
deu seu assistente
acabou de usar um veículo de
sionante
quem está n
ne nivelou, disparando para frente. D
de madeira subia a inc
ou a brecha.
o pé do
ritou o motorista ao lado dela
boca - di
nsando que ela estava perdendo potência. Ap
ne guinou para a pista da direita, cortando diretam
ve reflexos. Bateu direto
ada atrás deles se tornou um caos de des
idade do carro e parou no acos
tável em setenta ba
ponto morto e se viro
cobertas de champanhe e vidro. Olharam par
e se transfor
baleou para a grama. Marcho
tendendo a mão para dar um tapa
ulso da mãe. Seu a
Sua voz era fria, desprovida de qualquer calor. -
a mão de Triu
o escurecido, Ampulheta viu a mulher no banco do motorista. O c
izou o ro
m, olhando para o tablet. - Recé
no espelho lateral
sante - d
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