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Histórico

Capítulo 2 01

Palavras: 1884    |    Lançado em: 09/02/2026

a Ma

nco da manhã. Eu não tinha dormido. Na verdade, fazia dias que dormir tinha se tornado um

inha mãe no hospital. As despesas aumentando a cada dia. Medicamentos que não podiam ser inter

se

obrisse, ela seria mandada de volta para o Brasil imediatamente. Doente. Fraca. Sem

a aqui sem

a depois seria ain

o corpo dela como

os olhos ardendo. O silêncio do apartamento era cruel. Pequeno, aper

orta vieram sec

ação di

stando os pés pelo chã

o sí

orriu. Nu

no celular. - Vim avisar que a senhora tem até

i em

emoção -, terá que desocupar o apartam

e minha vida estava desmoronando? Que eu estava

mas algo - ou alguém -

le

o afundou

postura reta, olhar sério. Mas havia algo dife

lisa - ela d

, deixando o corredo

ido, sentindo vergonha queimar no rosto

rando no apartamento sem ser convidada

porta a

ia ter vindo a

passando a mão pelo cabelo. - E

mago se

necessidade. - Ela me encarou. - E

di. Apenas

para meus patrões - ela continuou.

deu um salto

perguntei. - Mas

tária pessoal. Cuido de tudo no ramo trabalhista. Co

areceu

a cois

nder. Isso foi o qu

al - repetiu. - De

orpo

.. entre qu

ecoaram na m

, incrédula. - Do qu

meçou a bater

ocê está me oferecendo para os seus

sse, incomodada. - Eu só

! - minha voz subiu.

ignorando meu tom. - Eles vão te pr

rato d

vo. Depois disso, pode se tornar algo

começou

ntrato de confidencialidade,

cabeça. - Não, Helen

imou. - Eles querem alguém sem envo

me cortara

continuou. - Muito be

u um objeto

- O tom dela endureceu.

arrumar out

O visto da sua mãe está para ven

as queimarem

não tem

perguntei, com a voz qu

na mudou. Endur

sem hesitar. - Sua dignidade

ndo

fala i

eção à porta. - Vou pagar seus aluguéi

ra falar, mas

ela pode voltar para casa. - Ela parou na

z uma

tará nas mãos

a se f

u pesado sobre

acas demais para me sustentar. Minhas mãos tremiam.

a estar acont

co

es

mãe adoecera, eu percebi algo ainda

estes a me p

-

x R

igo era, sem sombra d

has que não eram escolhas. Um ano. Apenas um ano em que dividiríamos tudo outra vez. Negócios, decisões...

novo s

apoiando o corpo na poltrona d

frente do corpo. Nunca demonstrava emoção quando falava de t

e. - Ela relutou. Ainda não acei

perguntou, girando o copo

ar. - Ela precisa do dinheiro mais

que se segu

icava piedade. - Espero que ela seja tão apegada à dignidade quanto

, observando a dança lenta

tinuou. - Pelo dinheiro do tratamento da mãe.

oncluiu, como se estivesse

de sair, mas parou

problema,

olhar ime

nue - o

meira vez desde que entrara

sa é

omo uma lâmina a

, claramente surpreso, ante

eress

no início - Helena disse, firme, e

o de soslaio. Ele a

isso é c

rei d

respondi. - Com toda

ssentiu,

zar - depois disso... você sab

em seco, m

inclinando-se para frente. - Os

bios era perigoso demais para s

cruel. Impulsivo. Capaz de ir longe demais apenas para testar lim

parte d

a ela - falei, encerra

na se retirou, fechan

ltou a tomar

serviu dois copos de whi

nha frente. - Uma virgem desesperada, um

esespero com fra

sorriu. - Toda necess

ios, sentindo o álco

rapasse limi

respeitamos limit

eles nos m

e

cê m

carei-o. -

to, já trabalhava. Eu não conhecia Elisa Martins, mas já sabia

pressionada

tre a vida

salvação... ao custo de

quebrar? - Cézar pergu

honestidade. - Mas sei qu

mulher

los nos joelhos. - Algumas apen

ecoou na m

a Ma

nado nada. Mas, de alguma forma, ela já estava

itir isso, até

eça começa a interf

e ser apena

iu. - Depois disso, ca

depois disso, Cézar. Você

nho, achei q

ver com a outra, esse um an

ris, esse ano aqui em Las

m! -

im dizia que nada al

ava esse tipo de

.

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