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Capítulo 5 O corredor escuro

Palavras: 1112    |    Lançado em: 31/01/2026

vista d

edor, expirei profundamente, o meu sorriso desapar

stivo. Eu havia dominado a arte do charme natural naquela noite, sorrindo quando necessário, acenando co

im eu

u. Fiquei paralisada por meio segundo antes de recuperar o controlo, alisando cuidadosamente o tecido do meu v

a que e

esar de as lanternas fracas projetarem sombras tremeluzentes nas

que fez o meu coração disparar. A sua figura alta erguia-se, os ombros largos estavam tensos e os seus olhos es

o silêncio prolon

como se a presença dele fosse apenas um inconvenien

inocente, embora pudesse praticamente

ente, com voz baixa. Soo

ueixo. Esperei demasiado tempo por este momento, em

tenso e demorado, de uma forma que c

sso à minha frente. A possessividade que emanava dele era sufocan

ntamente. «Agora lembro-me de ti. Alfa Dylan, certo?» Fiz uma pausa, deixando

ainda mais, como uma tempe

com voz cortante. «Não sei que jogo estás a jog

mudava o peso do corpo. «Achas que queres a verdade, Dylan, mas g

ndíbula contraiu-se

, com a voz agora mais dura. «É disso que se trata?

ltei uma risada fria e indiferente, porque, desta vez, eu detinha o poder. «Se

momento, algo brilhou na sua expressão: ch

o era dirigida tanto a mim, mas a ele mesmo - a sua própria d

a a tua sabedoria, tenho a certeza. Devo sentir-me lisonjeada p

e-me que

rrei os punhos ao lado do corpo. «Diz. Diz a palavra, Dylan. Chama-me aquilo que a Serene p

mas o fogo no meu olhar calou-o

tocou, que deixou a sua alcateia chamar-me de estéril... o Alfa que deu o seu coração a

por um momento. Foi tão fugaz q

dentes novamente.

aixasse para quase um sussurro. «Poupa-me ao esforço de fingir que te im

mportei. Cada palavra que saía da minha

sentia por dentro. «Eu achava que tu eras o meu mundo. O meu Alfa. O meu companheiro. Eu destruí-me tentando a

presa, apenas por um i

novamente. «A perseguir-me pelo corredor c

u-se para agarrar o meu pulso, impedindo-me de seguir em frente. O contacto envio

le, com a voz agora mais baixa,

os escuros procuravam os meus - desesperados por algo, embora eu não tivesse a certeza do que

avemente, com uma vo

le não me soltasse. «É realmente tudo o que

, sem pestanejar.

po, como se as minhas palavras lhe tivessem tirado o fôlego. Vi

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