A
obe muit
am se eu es
stou aqui, do peito para baixo
éptico entra prime
reconhec
ando, o fri
o para não ap
tômago
eu não sei em q
ntes de ouvir meu filho. E se e
qui agora, tá? - a médic
tento dizer.
into porque não me d
a meu corpo para frente e eu preciso de aju
a as c
onsigo direito, as
. isso...
sp
de algo nas costas
coluna. Em seguida vem um choque curto, que
ron
on
has pernas começ
mo se o meu corpo estiv
s pés, os
responde. Meu cérebro m
. - Minhas pernas... Tento
ra um corpo que
a, a anestesia
iona
amente. Não vejo mais nada do que acontece
monitor apita mais rápido me pu
ência s
a mim, fica tra
os
máscaras e luvas. Vejo muita
armados, imóveis, como se o meu
que não sou eu, e não sei se eles
peito
- tento dizer
ece no meu ca
de vocês dois. Ag
r entra curto
ndos, sinto alí
a para baixo, como se meu corp
ntão
, uma p
im, como se alguém estivesse empurrando um
m, alguém puxa
mexer, não
ndo aberto, eu se
tra vez. E se eu morre
atravessa r
r respon
são ba
sta o
começam a tr
ô com
s só trabalham rápido
ntes de qu
menta, mais
como se algo estivesse sendo arra
m força excessiva. Meu corpo quer
ra e o meu cor
ilho
dos meus
ço rápido. - Por fav
de imediato, eles
ca leve demais, o vazio
ação comigo, eu espero
o choro, o grit
lêncio cre
ele não es
o forte que parece que
o é? - pergunto. -
do. Urgente. Gente se inclinando.
ca diz. - Precisam
loro. - Só um segundo... eu
arece inteiro, tempo demais
o surge no meu campo de visão, sus
undo
el
u fi
ue não cabe em mim, tudo que
a pequeno diante da
medo, o lug
xist
u
de por dentro como se o a
corpo falhar, se tudo desabar ao meu redor, ainda assim existiu esse segundo em que eu vi o rosto dele e soube que ele saiu de m
mim, a pele enrugada, o corpo frágil tremendo sem entender
do medo, antes da dor. Por um instante, o amor me atravessa
o grita, não reage. Cada segundo se arrasta
ada resposta quando encostava a mão na barriga e agora ele está fora. O ar ao
Só o silêncio sai, denso e esmagador.
segundo tudo o que fiz, tudo que esperava, tudo qu
ir, mas não posso. Não agora. E cada instante se
ce. Só ele deveria exist
enca como se o ch
ara trazê-lo ao mundo... e o mundo
, o meu cor
li, quieto demais para al
e alguém tivesse
m segurá-lo. Quero arrancar fios, pular da maca, pegar ele à força, colar
ele agora, talvez
ra, talvez ele morra
ncolhe para o tam
depois falha. Nada se move. Estou presa den
respira... - penso,
zio. Ele está longe, sil
nio. - a médica diz, j
ntra como
gên
que ele não e
xar ar. - Mostra de
s já o
que saiu de m
os, como se eu tivesse que pedir permissão para
sturam e eu não sei m
berto, mas é meu
de com palavra, r
ge e o vazio dentro de mim vi
- sussurro. - Eu
começa a b
ncia dis
respir
o, o ar parece trava
a se afastar, como se eu estivesse
em... - digo.
zinhas, o rosto esquen
cam distantes. Por um segundo eu penso q
são su
eixa el
onder mas
depois o som vira eco e
infinito, eu caio par
então volto, um p
La
asgando, abro os olhos e a sa
rgunto fraco. -
e imediato, o silê
que qualq
ão bate n
rocuram algo
ergunto. - Alguém
a, só se movem
e urg
não
tro de mim, mas o ar
m-nascido é um som qu
u para ver o rosto do meu filho... como eu vou s
r a calma enquanto tudo que você ama depende de um seg

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