A
o, mas meu c
oeira e suor. A bochecha gruda no tecido áspero. Cada respiração ra
z, o ar falha no peito, o meu c
es que eu perceba, como se ainda p
aixo. Feio. Não pe
ela aperta a minha com força demais. Os dedos del
bedece. Tudo está baixo,
am, firmes, contr
em e nem
ra sabendo que manda, ningu
afunda ante
ão é
impa. Fria
olhos p
ajustada, cabelo preso, rosto arrumado. Não olha ao redor. Não avalia o
e aproxima devagar.
nta reagir.
. - tent
sorriso pequen
ra. - ela se agacha na minha frente.
riga, os dedos dela se movem como
nclina a cabeça. - Exat
ara o ventre nu
- a voz sai fa
a
diz, simples.
clina
i e você não vai estar lá
ção erra
alanço a cab
não fica. Vai sair do país. Outro
do in
. - a garganta fe
iso de
inda não
no meu cabel
da para trás. A vis
a nela! - Lí
trás dela. Não t
erto do dela, os dedos cr
sso. - a voz vibra, cont
estalo corta o ar e m
oca antes da dor, minha língu
orpo
- Líli
alhado, que vaza sem contro
aqui... ele
uza rosna. - Guarda ene
evant
antecipa
ANU
cort
ra e não precisa
raço dela com força. - Já fizeram a merda de sequ
e solta,
se met
para trás. - Enquanto essa mulher
um segundo a
As vozes atravessam o
cospe as palavras. - A ide
dura. - Mas ele deixou c
uma risada
quer. Ele quer o
reita o
xpl
s. - Ele só precisava de uma coisa
James e
a o homem. Quebra o homem, a empresa sangra. Quando eles esti
ngue e
m passo
que ela aind
a muda, fica mais
Henry não
desce para
eu q
pesado cai
... - An
estala quando fala o nome dele.. - Achou que podia ent
tômago
tirar alguma co
ica i
enlou
ina a cabeç
m calma assustadora. - E quando
espiraç
nça recém nascida. - ela continua. - Tráfico i
filho não vai nasc
a, o silênci
fora da li
ta uma ris
uando você se im
m passo
cê decidiu mex
desce para
ara Danuza, nã
cálc
a sequestrar. Pressio
a um pouco
mar isso em tr
e continua, fria. - Mas também não vou d
sita, só
a mostrar quem realmen
ança e de dinheiro. -
roxima ma
u o homem
aponta para
u levo a
e inclin
que ela vai me bat
minha barriga, não é
vestido como se ela estivesse test
eage antes da minha cabeça, tento recuar, prote
ra, quase divertida. -
mesmo instante, como se eu
hega perto do rosto dela. - Pensa se vo
empal
fora, os olhos de Danuza voltam para
daqui
ate e o q
o como antes,
eu quadril tenta girar. A con
que desmaia
se acontecer num hospital limpo
ao meu lado, segura
ncolho. O colchão re
. - eu choro.
tra co
está aco
ílian grita. - El
o, com empatia. Como que
nta. D
as pernas falham. Ane arranc
ra. Água quente
naquele banheiro pequeno. Minhas per
vir, ele
a atravessando meu corpo, eu t
rar, eu agarro o braço dela com a
re escorrega
ixa leva
uca, arranha
, mas eu seguro mais forte, puxan
vor... n
hos por um segundo, respirando curto, tentando n
dois milhões
nte. Ane pisca, surpresa real, os olho
palavras. - Dois milhões se você tirar ele daqui e en
a com tanta força que sinto os músc
m ele. Leva o meu filho embora.
sobe e des
xa venderem
vesse medindo alguma coisa que não tem nada a ver com d
m o que eu
aixa, mas tem
dentro. Eu sou só a mulher do chefe. Se ele desc
ra, e por um segundo o ch
svia o olh
coisa eu
meu queixo, me o
meço hoje. Muito menos de uma mãe que está s
cam presos nos m
to ecoa n
do, os tiros estão mais perto agora, o ma
s perto, quase tes
eu mesma arranco ele daqui,
suave, é dura, qu
da está presa
não
uma na outra, como se aquele aperto fosse a
volta uma vez,
ntre duas mulheres que sabem exatamente
s ombros e me puxa para cima, enrolando m
ouco - ela murmura
tiros expl
! - ela gri
udo, lá fora a
or, o pânico esto
baixa. Mais pesada,
ante, minha
inha cintura devagar, como se eu fosse feita de vidro. A mão d
le murmura, a voz ba
fazer círculos le
a que manda e
iro os
arl
om vibra no
meu, cheio daquela intensid
ele diz, mais baixo agora. - Eu
a e encosta a testa de
uer coi
volta de
corre entre as
urina
bolsa

GOOGLE PLAY