img Entre a lei e o crime: Isabel Oliveira  /  Capítulo 5 O Peso do Segredo | 2.46%
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Capítulo 5 O Peso do Segredo

Palavras: 1610    |    Lançado em: 19/01/2026

l Oli

azias, e cada vez que eu olhava para as quatro crianças esperando por ela, meu peito se partia. Não era só eles; nós estávamos todos abandonados. Marcos ten

nhado era o homem com quem eu tinha me atracado naquela sala. Como eu pude fazer isso? Me senti a pior das cachorras. Zay

ntando por Marcos, exalando aquele cheiro de perigo que eu conhecia

ar ela - Grego disse, tocando o meu om

era a única para ele. Mas o que eu poderia cobrar? Chefe de morro, traf

ego! - Eu me virei mais

ns grandes, fortes e, pior, tatuados. Eu sabia que tinha vindo parar no lugar errado, e Grego era um dos motivos. No começo, el

ontade, uma lapa de chupada na minha boceta que me fez perder o rumo. E quando meteu a cabeça, dizendo que era um pouco grande, eu já es

, todo aquele fogo tinha ido embora. A pior sensaçã

sa - ele disse, recuando diante do meu olhar,

ele já devia ter colocado em mim. O peso era pela pessoa. Pelo delegado. Pelo desejo que não morria nem diante

o de olhar cortante, levou o meu cunhado como se estivesse levando um saco de lixo. As crianças, que já viviam no limite do susto, desabaram

peso da menina e a agonia do momento, saltei do carro. Eu ainda estava de camisola bege, os cabelos de qualquer jeit

ar o Marcos? - Desci desaforada,

pouco justo que marcava as pernas fortes e uma blusa social vermelha escura que o deixava com um ar de autoridade perversa. Entrou na delegac

chamava pelo pai, um som que rasgava a alma. Dadai não tinha condição nem de cuidar de si mesmo, ima

eu entrei junto, atropelando o policial que tentou me barra

o Marcos? - Perguntei, surtada, sen

sentou-se atrás da mesa. Aquele home

o? Quem está desaparecida não é sua irmã

igarem dentro de mim. Vitorio me olhava com aquele olhar de gato do mato, me varrend

ta. O desdém dele era o combustível para o meu fogo. Ele sabia o efeito que tinha sobre mim, e eu odiava o fato de qu

ue as paredes estavam se fechando em cima de nós, a minha ate

a com a minha irmã, quero saber o andamento das coisas ai... O senhor prende um homem de bem enquanto

e o poder que tem. A blusa vermelha social esticava no peito largo conforme ele rodeav

imagina, já esteve a frente de morro, já foi preso, julgado, acusado de morte dos pais. E se você tem tanta certeza as

, o riso de desdém ainda ali, enquanto o olhar de gato do mato continuava a me despir por baixo daquela camisola bege fina. Os cabelos da minha periquita

s costas bateram na porta fechada, eu conhecia a história de Marcos, aliás, quem não c

acima da minha cabeça, me cercando. - Está cega pelo quê? Pela lealdade a um cu

sombrio e denso. A proximidade era um pecado. Eu sentia o calor do corpo dele através da seda fina da minha roupa. Minha respiração ficou curta, os mamilos endurecendo sob o tec

nha pele. - Me prova que eu estou errado. Porque, até agora, a única coisa que você está

. Eu queria gritar que o odiava, mas meu corpo inteiro pe

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