u redor. Tentou se sentar, mas a vertigem a obrigou a apoiar-se na cabeceira da cama. O ar pareci
Avançou alguns passos em direção à porta, apoiando-se no aparador, quando as forças lhe faltaram de vez. O vaso de po
controu, caída, a pele ard
perceber a febre intensa. -
do suficiente para
is. Bastou um olhar para compreender a gravi
sim, desmaiada. A f
inesperadamente íntimo. O corpo dela parecia leve demais, frágil demais contra o dele. Helena abriu os olhos por um insta
demorou-se mais do que o necessário em seu rosto pálido, nos lábios entreabertos, na vulnerabilidade exposta. Não havia a
a estranha e perturbadora certeza de que não estava apenas d
alavras, mas pulsava no peito do Duque com força
desespero enquanto os minutos passavam e o médico não chegava. Ele caminhava pelo quarto como um animal enjaulado, as
e o médico viria em breve. Mas nada parecia aliviar aquela tensão. O Duque mal a ouvia; sua atenção estava inteirame
a de imediato. A porta se abriu, revelando o Dr. Robert, ainda ajeitando o casaco, o semb
qualquer pergunta, numa tentativa de acal
u que Judith permanecesse para auxiliá-lo. Antes de sair, o Duque lançou um último olhar a Helena, demorando-se mais do
nando-a, verificando sua temperatura, sua respiração, murmurando orientações a Judith
m é a
r um instante antes
tor. Ela é ape
e. Encostado à parede, os pensamentos em desordem, ele sentia que, ao fechar aquela porta, havia deix
uase cruel, interrompido apenas pelo eco distante de passos e pelo bater inquieto de seu próprio coração. Seus olhos, porém, foram atraídos
imo do seu ser. Todas as dores que ele acred
perdeu. Sophia havia morrido ali, naquele mesmo quarto para o qual Helena agora
olhar pesado, as palavras que ele nunca esqueceu. Seu corpo reagiu como se
ue agora o consumia era menos pela vida de Helena e mais pela ameaça de reviver a própria ruína? Mais q
olhos por um instante, apoiando-se na parede fria do corredor, temendo que, a qualquer momento, a porta se abrisse novamente

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