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e curvar diante do nome que ele carregara em vida. O chanceler estava morto. Encontrado sozinho, em um qua
certo por quanto tempo ocultou da esposa sobre o lhe atormentava, mas
io que ninguém soube ouvir a tempo. Sua ausência não foi anunciada por palavras, mas pelo vazio que de
ue algumas dores se escondem tão bem qu
trelaçadas no colo, sentindo o peso de um mundo que desabava em silêncio. O homem que fora seu marido - respeitado, elegante, influente - escon
rdera
xceto o filho que fora gerado no ventre de Helena. E justamente naquele dia, seria o dia em que ela lhe daria a notícia, após o
ma porta com cuidado, acreditando poupar o nome... e talvez poupá-la. Preferiu aguentar as consequências sozinho ao
vel. O chapéu antigo escondia parte do rosto, e os longos cabelos ruivos escapavam discreta
rdade. Eles sabiam. Sempre souberam. A jovem ruiva vinda de uma origem modesta, escolhida por um homem poderoso contra as convenções, nunca fora pl
ara-se apenas uma lem
sim, resp
elo nome que ainda ecoava entre os túmulos, forte o bast
erra. Cada gesto seu era observado, medido, comentado em murmúrios contidos. Esperavam vê-la quebrar-se, desesperar-se. Espe
não lhes deu
odou por inteiro em seu peito: não havia herança, não havia proteção, não havia futuro garantido. N
começou
céu também soubesse que nã
e afastavam. Sentia-se desolada, sim - mas algo dentro dela se
uele não era o fim, agora mais do que nun
a só, alguém, à di
tade, o peso do seu espírito abat
anecía ali sobre seu túmulo como se esperasse despertar e que tudo aq
nte, irrelevante. O corpo permanecia de pé, mas a alma...
a encharcada, sem força para resistir, sem vontade de se lev
ele se a
fereceu palavras vazias. A
a dizer se pela chuva ou pelas lágrimas que já não fazia questão de conter
sse a fragilidade daquele momento sem precisar ouvi-la confessar. Em silêncio, conduziu
erguntou q
ntou para
m. Tão pouco ele fez questão de se apresentar na
as. Estava presente apenas em forma. O corpo seguia, obediente. Mas a alma permanecia dis
enciar enquanto iam atravessando os bosques escuros e tristes, como aquele dia em sua vida. Na carruagem a viúva do C
ca mais o seu sorriso, nunca mais as tardes de chá e risos ju

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