Vitiel
ou ao meu escritór
sua mão tremendo. Todos estavam nervosos hoje. A carga do po
i o en
de di
Estava assinado. Hele
ro e latido que fez me
a mesa. - Ela acha que isso é um jogo. Acha que pode se di
uro, folheando uma revista. Ela olh
u. - Ela só está fazendo cena, Dante
mente me divertia. Hoj
efone e disque
chamou.
de - r
a po
meu c
rguntou, levantando-se. - Te
Vou acabar com essa bi
péis na cara dela. Ia lembrá-la de que ela m
a casa c
na! -
ênc
ia diferente
enas desprovida de pessoas, mas desprovida de
escada
et estavam abertas, revelando cabides vazios. Sem roup
embora -
fugido. Ela achava que podia se esconder de mim?
ninha. Era a única cois
stumava escrever nele todas as n
última
e, A
livro n
rde -
lefone
nte, pronto para
ocê está
ra He
E ela estav
seu desgraça
onge
lia. Diga-me onde vo
lia soluçou, o som cru e quebrad
m reflexo. Um mec
sse. - Diga à Helena qu
ção! - Júlia gritou. - Venha assinar o
a fico
one parecia escorre
rt
a com ciúmes. Ela só era
. - Chefe, rastreei o c
está? -
senhor. Hospita
eceu girar
i. Apena
or sinais vermelhos. Subi na c
ria. O carro de
s. A recepcionista olhou
la está?
orredor. Seu rosto estava inchado de t
i por
i na
ntro. Um lençol bran
- suss
. Minhas pernas pare
mão e puxe

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