img A Apatia Dele, A Aurora da Liberdade Dela  /  Capítulo 10 | 47.62%
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Histórico

Capítulo 10

Palavras: 1412    |    Lançado em: 30/12/2025

e Vista

ta. Ela nunca tinha ouvido aq

ela? Depois de tudo que ela fez?" Ela desabou em novas lág

ante. Era exaustivo. "Larissa, por favor. Acalme-se." Peguei meu telefo

tal. De novo. E de novo. Um pavor gelado se

ão, lembrei-me de Helena, de seus pequenos gestos atenciosos. A latinha de balas de menta artesanais que ela deixava na minha mesa,

tasma de uma memória. Ela não estava aqui. Ela

Ela está com medo! Você tem que denunciá-la! Mande prendê-la!" Ela se inclinou, sua voz baixando para um sussurro teatral. "S

s. Sempre ameaças. Da vítima.

se, minha voz tensa. "Apenas... volte p

onfusão em seus olhos

nstalou em mim. "Para a co

carro, depois de volta para mim. "Arthur,

cobertura. Minha casa com Helena. E L

vadiu. Isso não estava c

Estava silenciosa, est

minha voz afiada, meus olhos

as mãos. "Sr. Montenegro, a Sra. Montenegro... ela não voltou desde que o senhor a... removeu."

amento. Eu a tranquei lá. Por três dias. Sem comida, sem

ica, Arthur. Tentando chamar sua atenção. Ela vai voltar. Ela sempre volta." Ela olhou para a

parecia errada. Tão

Helena. Larissa estava esparramada nele, um sorriso satisfeito no rosto. Uma raiva

inha barriga. Refugiei-me no meu e

um pingo de esperança no peito. Talvez ela es

a mesa, tomando café, o cabelo despente

ri

"O que você está fazendo com isso, L

só um roupão." Ela sorriu, uma curva fraca e inocente em seu

. Ela não gostaria que suas roupas ficassem contaminadas." Era mentira. Helena não era alérgica a nada

er qualquer coisa. Você me disse que esta era minha casa. Que finalmente ficaríamos juntos, como sempre quisemos." Seus

r, densas com história não dita. A

mento, nítido e claro, perfurou a névoa d

às compras, Larissa. Compre o que quiser. Um guar

ia, suas lágrimas imediatamente esquecidas. Ela me

os cômodos vazios, uma ansiedade roendo minha barriga. Nenhuma Helena. Meus dedos pairavam sobre

dente e em pânico. "Arthur! Me ajud

Helena, louca de raiva, finalmente perdendo o controle. Peguei minhas chaves, saindo co

abandonados. Encontrei-a amarrada a uma cadeira, os olhos arregal

a voz rouca de desesp

la estava aqui! Ela tentou

, agora subjugado pela minha segurança, soltou: "Ela me pago

meus braços. Uma certeza fria e arrepiante se instalou em mim

rovido de emoção genuína, era uma máscara de medo calculado. A

plana, apontando para Larissa

e desculpar. Meu coração doía com uma saudade que eu não perce

. Era a primeira vez que me importava com minha aparência em semanas. Uma ri

s olhos arregalados de choque. "Sr

sozinha, nesta casa grande e vazia, enquanto eu perseguia

ão solícitos, me cumprimentaram

rguntei, minha voz tensa.

com o rosto sombrio, disse: "Ela não está aqui, Arthur. E, francamente, não é mais da sua conta.

alando? Não! Isso não é possível! Ela só... ela só est

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