Vista: Ca
as pessoas se apressavam, empurrando e se acotovelando para fugir do lustre que caía. Tudo
ongelou. Seus olhos se arregalaram, não olhando para mim
e me fez tropeçar, ele
e gritou, sua vo
e safira, já manchado, rasgou um pouco na bainha. O impacto abalou meu corp
udesse sequer regi
udar, mas correndo, a toda v
da sala, seus olhos arregalados de terror, d
jogando seu corpo sobre o dela,
orme lustre de cristal atingiu o chão, enviando uma
vo, depois um sil
encheram o ar, o
ração
vo. Mesmo diante da m
o era nada comparada à ago
na ainda segura sob ele. Ele estava coberto de poeira, um fio de
e um alívio primitivo, uma ternura que
er olhou na
que nada. Uma vítima de
que me fez gritar. Olhei para baixo e vi um caco de cristal pontiagudo cravado na m
otou. Ninguém
m Gui e Bruna, o resgate
ançou. Era a avó de Gui, seu
está bem?", ela perg
a visão. "Estou bem, vovó", menti, minh
tornozelo ferido. "Oh, minha querida, você está san
Bruna, sussurrando garantias para ela. Ele nem mesmo me procurou. Meu marido, q
roz, quase selvagem, eu o arranquei, o fecho quebrando. Olhei para os diamantes brilhantes, um símbolo de suas promes
", eu disse à avó del
heios de tristeza. "Eu entendo. Vou garan
orpo doendo, meu coração sangrando, uma figur
rasgado, mas de resto ilesa. Seus olhos, no
ronronou, sua voz assustadoramente d
Bruna", eu disse, minh
i. Ele me disse que te achava... sem graça. Que você era fácil de manipular. E que todos aquel
as vulnerabilidades mais profundas para ess
ra um sussurro, cheia de um prazer distorcido. "Como você o imaginava, como você que
me invadiu. Meu rosto queimava. Meu corpo t
guei, embora uma parte de m
brincando em seus lábios. "Pergunte a
fotos. Fotos privadas. Fotos minhas. Fotos íntimas, tiradas durante momentos de profunda
oreio súbito e dramático, jogou o celular no chão, espalhando as imagens para todo
ua voz ecoando pelo silêncio ator

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