Vista: Ca
um caleidoscópio embaçado d
das, o bipe rítm
va, uma dor surda a
ando", murmurou
o por cabelos escuros e ol
nferm
", grasnei, minha ga
ida", disse ela, sua voz cal
Isso era u
mensagem de voz, as mentiras de
a minha barriga, uma busca frené
a. Terrive
izou, um olhar de profunda tr
rrou, sua mão cobrindo gentilmente a
o se parti
pelo meu rosto, qu
eos. S
fio que me conecta
vassaladora, uma estranha
e, por causa de sua traição
tirado t
ça, meu futur
mais nad
s para e
u, seu rosto marcado pela preocupação,
u lado da cama, sua
tei, meu o
ingida de uma ternura forçada. "Voltei co
erformance, uma zombaria crue
co acima de um sussurro, mas a
sua mão pai
?", ele perguntou
u olhar queimando nele. "
mo se eu o ti
a! E... e os bebês..." Sua voz sumiu, um
tarde
eram ocas,
disse, a verdade uma pílu
to perd
gaguejou, seus olhos arregalados
forte agora. "A Bruna. Sua 'paixão'. Sua 'adrenali
aram no ar, pesa
a ao lado da minha cama,
plicar", ele murmur
e, minha voz fria como gelo. "Aca
s olhos avermelhados, um
Carla. Não diga isso. Podemos consertar isso. Eu
meus lábios. "E o que aconteceu? Você correu para ela no momento em
ram no ar, um soc
har, incapaz de
erado agora. "Qualquer coisa que você quiser.
cheia de uma finalidade que abalou até a mim. "Eu quer
ou no quarto, sua v
e visitas acabou. A Sra. S
o olhar, mas ela
ra mim, seus ol
sobre isso. Não tome nenh
disse, minha voz firme. "Vo
u, mas nenhuma
a se espalhando por mim, "vou embo
s arregalados com uma mis
que me tin
ria, sempre perdoaria, sempre
enganado. T
meira, gentilmente, mas com firmez
xando sozinha no silênc
a, mas
ainda era imensa, um
ma pequena faísca de
erd
escapando, não de tristeza, mas d

GOOGLE PLAY