img Apaixonada pelo melhor amigo do meu pai - Parte 2 - Final  /  Capítulo 3 Mally O'Brien. | 4.17%
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Capítulo 3 Mally O'Brien.

Palavras: 1423    |    Lançado em: 12/11/2025

ão é um lugar. É uma pes

orpo protestando contra as longas horas de estrada. Não tenho energia nem para procurar o interruptor da luz - na verdade, nem sei se quero iluminar complet

corpo lembrasse de cada tábua do assoalho, cada desnível do chão de madeira envelhecida. É impressionante como nossos músculos guardam memórias que nossa mente às vezes prefere

iando um caleidoscópio silencioso de memórias. Está tudo exatamente como vi antes de partir, como se o tempo tivesse se recusado a passar dentro destas paredes. Os porta-retratos de prata polida sobre a lareira ainda exibem sorrisos congelados no tempo, as almofadas d

e tudo mudou irremediavelmente. Papai nunca mais vai se sentar naquela poltrona de couro gasto para ler suas revistas. Nunc

alhe, cada marca que o tempo deixou na madeira. Lembro de todas as vezes que subi e desci correndo por estas escadas - criança atrasada para a escola, adolescente fugindo de broncas, jovem adul

tras familiares e um sorriso melancólico escapa sem eu perceber, involuntário como uma lágrima. Papai fez essa plaquinha quando eu tinha apenas cinco anos, depois que reclamei durante semanas que não tinha um "quarto de verd

eição, lixando até que ficasse lisa como seda. Quando terminou, disse que agora eu tinha não só um quarto de verda

fância que às vezes sinto que pertenceu a outra pessoa, em outra vida. A cama de ferro forjado onde dormi por dezoito anos. A escrivaninha onde fiz milhares de deveres de casa

ido, preservado como

uerda até o horizonte, onde se mistura com o céu estrelado, suas ondas batendo num ritmo eterno contra as rochas lá embaixo. À direita, as luzes espalhadas da cidade piscam como estrelas

sempre usava para perfumar as roupas de cama. Tia Rouse havia mencionado durante uma das suas conversas telefônicas demoradas que papai d

branças não se percam", foram as palavras del

var cada detalhe, cada memória, como se a casa fosse um tem

ha oito anos e estava com receio de dormir no escuro. Papai subiu na escada comigo, cada um colando uma de cada vez, enquanto mamãe recl

as já desbotaram quase completamente, outras ainda emanam aquela luz verde pálida que costumava me acalmar nas noites de tempestade.

o cansaço vencendo finalmente a ansiedade

🌻

a violentamente quando me levanto rápido demais, o mundo oscila por alguns segundos antes de se estabilizar. O som continua vindo de algum l

do. Procuro o celular entre as coisas espalhadas, derrubando batom, chaves, carteira no chão. A tela ace

estalando a língua em irritação. - Por que n

Meu estômago se contrai numa bola gelada de pânico. Alguém está dentro da minha casa, mexendo em

no corredor soam amplificados no silêncio absoluto da casa, cada tábua do assoalho antigo rangendo sob meus pés descalços como gritos de advertência

uma viagem a Portugal - se tem alguém invadindo minha casa, pelo menos vou f

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