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florido que Mamma havia escolhido anos atrás. Cheguei à conclusão de que, de fato, ela sabia escolher um vestido! O tecido azul escuro, quase preto, abraçava meu corpo c
e ultrapassava o pano macio por debaixo, descansando em minhas coxas com uma sensualidade sutil, quase provocativa, que me fazia sentir exposta e poderosa ao mesmo tempo. Meus cabelos castanhos escuros estavam
am, eu não costumava usar maquiagens tão chamativas. Não achava que, na ocasião atual, isso seria uma boa ideia. Uma
passo contava. Complementei com brincos pequenos de pérola, optando por não colocar colar, já que o decote pouco afundado já chamava
era uma noi
ão só pelo vestido, mas pelo que ele repr
cado e hesitante. Respondi que entrasse,
usa branca a fazia parecer parte da mobília, mas havia algo em sua voz, uma tensão sutil. A forma como ela se referiu ao homem que acabara de chegar me fez parar de olhá-la pelo reflexo do espelho e me virar completa
apressado, permitindo que a adolescente de cabelos negros atrás dela entrasse completamente em meu campo de visão.- Pode entrar, Cat! - A menin
m simples vestido de algodão azul-marinho que realçava sua silhueta esguia de criança em transição para a adolescência. Cat er
rsa com leveza, e eu podia ver as unha
fechei com um clique suave, isolando-nos do burburinho distante da casa. Voltei até ela e nos guiamos até a cama, sentando-nos na beirada coberta por uma colcha de linho bordado. Olhei em seus olhos castanhos profundos, procurando qualquer
te do que ela estava falando. A casa inteira vibrava com uma energia elétrica, um silêncio carregado que só quem crescera ali reconheceria. Mas uma
ritório de Papà, onde o cheiro de charuto e
anhar tempo, alisando uma mecha solta de
todos nervosos, até mesmo o Dom? - Seus olhos se arregalaram ao
ois, às vezes, as paredes tinham ouvidos nessa casa. Crescer na sombra da máfia nos ensinava isso cedo: palavras eram armas, e ouvidos invisíveis estavam sempr
cava nervosa. Seus dedos tremiam levemente, e eu segurei-as para lhe passar conforto; não queria que sentisse q
ntiu, os semi-cachos negros balançando. - Mas... acha mesmo que todosde manhã, e Sabrina está limpando o chão pela terceira vez. Até o
rfã de mãe, acolhida por nós desde que nascera, há 11 anos atrás após um "acidente" que ninguém mencionava. Também não ousei discordar; de
e meu pai, que havia sido preso após complicações com a polícia e um bar em
njusto, pois era direito dela saber... Saber que aquele jantar não era
ouvi passos familiares vindos da escada, firmes e ritmados como um relógio marcando o destino. - Olha, não tenho tempo para lhe explicar tudo agora, mas prometo exp
tin

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