a cidade que começava a acender suas luzes. Os prédios refletiam o último raio de sol e, de alguma forma, tudo parecia maior, mais vivo. Ao meu lado, Octavio per
er a qualquer instante. E, ainda assim, algo em sua postura, na maneira como seu corp
que parecia se arrastar com o vento - Nunca te contei o que realmente aconteceu. V
a maneira como sua mandíbula se tensionava, o leve tremor de suas mãos. Era como se quisess
ela, sentindo uma mistura de medo e cur
me fez recuar um passo, mas algo no tom de sua voz me fez permanecer. Minhas pernas tremi
. Perdi tudo o que havia construído. Minha carreira, me
dominante. Pela primeira vez, eu o via vulnerável, humano. Aquele homem forte e controlador, cap
ar palavras melhores, sentindo uma pontada de em
iro profundo, como se ao exalar libera
que você vê em mim é controle ou frieza. Há coisas que me pesam, c
iga, nem como o homem que me fazia ferver de frustração e desejo. Eu o via como alguém que
mente - Também tenho medo. Medo de não ser suficiente, de fracassar em tudo. Sinto-me
co mais. A distância entre nós se tornou mínima, e pude sentir o calor de seu corpo, aquela mistura
meu braço - Você não está sozinha. Ninguém d
mo sua pele roçava a minha e a intensidade de seu olhar transmitiam mais que qualquer palavra. Senti que algo estava mudando entre
ossos sentimentos, havia algo real nessa conexão. Queria ficar ali, segurar s
s... momentos em que ser forte não é suficiente. Eu não queria qu
al, perigosa e sortuda ao mesmo tempo. Queria me aproximar, dizer que eu também confiava nele, mas n
ocê não está sozinho. Pode... apoiar-se em mim
nte pelo meu braço, subindo em direção ao meu ombro, e o contato foi tão intenso que senti um arrepio percorrer
uele instante permaneceria gravado em minha memória, e que nenhum de nós poderia esquecê-lo. A conexão que havíamos criado não era apenas fís
compreendi que estávamos prestes a cruzar outra linha. Uma linha que não
pela primeira vez, não queria me afastar. Queria sentir cada segundo, cada toque, cada silêncio compartilhado com ele. E mesmo sem beijo,

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