itor deveria ser finalizado. Uma pequena e frágil frest
adiu o porão, o rosto
nciou. "O papai vai nos leva
? Eu me pergunt
tos depois. Ele tinha doi
co", disse ele,
a e queimada de ácido pendendo inutilmente. Minha garganta havia sarado o suficiente para
ava a riqueza de Heitor. Fui colocada em uma cadeira no convés, um g
to pela primeira vez em semanas. Tentei encontrar um momento, uma oportunidade pa
a apenas uma mancha tênue no horizonte. O mar est
eu riso ecoando no ar parado. Ele ocasionalmente olhava para
eu estômago. Por que Heitor me troux
o por um cinza raivoso e machucado. O vento aumentou, chic
ha surgido do nada,
ando ordens. Os convidados, um pequeno grupo de amigos d
s braços envolvendo-os protetoramente. "Peguem os
ram para ajudar com os botes salva-vidas, sua pr
útil e quebrada no meio de um c
onvés. Ela bateu na minha cadeira, me derrubando no chão. Eu não consegu
ngolida pelo rugido do vento e do
o em sua corrida desesperada pelos botes salva-vidas. A dor era excruciante. MEUS OSSOS
encosta íngreme e escorregadia. Eu estava deslizand
s dedos dormentes e fracos, a única
guentar por muito tempo. Era i
o agarrou meu
a voltad
u rosto uma máscara de desespero. "
-vidas sendo baixado na água. Genoveva e Léo estavam nele, s
noveva gritou. "Deix
olhos divididos
r, toda a traição, toda a crueldade. Tudo se
ua posse. Eu não se
ria l
ue eu não sabia que possuía, arranqu
us olhos arregalad
ábios. "Acabou, Heitor", sussurrei, minh
o, eu
cífica. O mundo girou, um caleido
nquanto Genoveva e Léo o puxavam para o bote salva-vidas,
ro. Fechei os olhos, e uma única lágrima escapo
e era o fim.
to de mim. Agarrei-me a ele, meu corpo dormente, minha mente uma lousa em branco. Horas d
erguntas. A primeira coisa que fiz foi comprar uma cadeira
perguntei, min
. "O divórcio foi finalizado esta
nal de divórcio para o escritó
ma mala, apenas as roupas do corpo e o fogo
o país que eu uma vez chamei de lar, eu fin
ado. Eu es

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