c Cast
ada - Caste
a-Fe
m certos momentos, mas isso não abalou minha paciência. O silêncio dentro do carro era preenchid
Ele entrou rapidamente, ajustando-se no assento da frente sem dizer uma palavra
ava: as luzes vibrantes piscavam ao longe e o som da música reverberava nas paredes.
o a porta para mim com a
está aguardando. - Informou
í do carro, ajustando o paletó ainda manchado, mas sem me importar. Se
sendo minha propriedade, nunca havia pisado ali. A quantidade de gente e o f
eu foco estava na sala VIP. Sérgio se adiantou e abriu a porta, perm
a criando sombras nas paredes. No centro, Leandro Cooper estava ajoelhado, segurado por um seguran
a calma calculada. Peguei um cigarro, e Jack, sempre
m ritual. Uma forma de preparar m
gando o cigarro antes de soltar a f
Levantou a cabeça, olhos arregalados de pavor, mãos
, a voz fria. - Espero que tenha algo mais
lugar à súpli
a... Eu irei pagar... Tenho cinco mil dóla
i os olhos, impaciente com o espetáculo patético diante de mim. S
ente, observando L
crueldade. - Amo matar. Ver a vida se esvaziar dos olhos de a
vor estampado em cada
rás, obrigando-o a me encarar. Seus olhos estavam inundad
gnada de perversidade. - Porque eu não sou alguém que dá chances. Sou um
agarrando-se ao meu paletó numa últ
serão vendidos no mercado negro e sua dívida será paga. Mas, como sou gene
força enquanto sua voz falhava em apelos sem sentido. Sem pressa,
ar, ele sacou a arma e atirou na cabeça de Leandro. O som do disparo ecoou, e
os lábios. Mas um barulho repentino interrompeu meu mo
m foi jogado aos meus pés, o choque estampado em seu rosto. O impacto o fez cambalear e ele ca
- Minha voz saiu suave, quase
O medo dele era tão palpável que senti algo dentro d
com força, sentindo seu corpo enr
z trêmula e quebrada. - N-Não me mate
lgo no terror em seus olhos, na forma como ele tent
ão por homens, mas esse ga
ncando um pequeno gemido
se encontrado u
ei, minha voz firme, mas carre
respondeu, gaguejando,
oraram, registrando cada detalhe. Seus olhos castanhos claros reluziam sob a luz fraca, os lábios c
nha mente como um relâmpago. Sentia uma necessidade crescente, uma luxúria
e respirasse, e sorri. Um sorriso
uém, Sojung. - Minha voz era bai
ve instante. Ele não entendeu a palavra, mas o terror era tanto qu
hor... Eu...
mantendo meus olhos fixos nos dele,
novo. - Deixei as palavras escorrer
ssistir a sua fuga patética me divertiu mais do que deveria. Vi seu corpo
impassíveis como sempre. No entanto, por um breve momento, vi algo raro em
não era da
da. Onde mora, com quem anda, seus hábitos... tudo. Não
ente pegou o rádio, passando as instruções para
a mente, aquela expressão aterrorizada, o brilho vulnerável em seus olhos. Meus dedos tamborilaram no
os, um sorriso selvagem se
ou não. - Murmurei para m
ignifica

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