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Capítulo 5 Eu te avisei, Alessa

Palavras: 1835    |    Lançado em: 21/01/2025

a

que não tinha muitas opções, mas ainda assim tentava resistir. Ela não compreendia totalmente a gravidade da situação, e eu sabia que

vez negar o inevitável, mas antes qu

a em pedra. - O que está acontecendo aqui não é uma negociação. Não é uma escolha que você tenha

a, o desconforto e a resistência sendo substituídos por algo mais. Eu sabia que ela não e

sabia que, em um jogo como o nosso, palavras não tinham poder. O que importava

cê! Você não sabe quem eu sou... olha, eu não

eu realmente pensei que ela fosse tentar argumentar de novo, como se isso fosse mudar qualquer coisa. Eu sabia o que ela queria dizer: que não era

em direção a ela parecia diminuir ainda mais o espaço entre nós, e eu podia sentir a ten

strava que o jogo já estava acabado para ela. - Não importa o que você fazia antes de entrar

não a deixei falar. Fui até ela com passos decididos, e parei a poucos cen

é, não importa mais. Você agora é parte do meu mundo. A únic

sabia que ela queria negar, queria fugir dessa realidade. Mas, no final das contas, todo

fui diret

cê vai aprender isso rápido. Me dê uma r

ração de vulnerabilidade. Mas, assim que os olhos dela encontraram os meus

colapso, e eu podia sentir isso. Ela não queria ceder, não queria se submeter àquela realidade que eu estava impondo a ela. E eu sab

ela estava decidida a não mostrar fraqueza. - Eu não aguento mais ser controlada, ser tratada como se eu fosse uma peça

a estava completamente fora de si, e eu sabia que aquilo era uma reação emocional, a

rça que tinha. O som do impacto reverberou pela sala. Eu não me mov

iou. Foi como se, naquele momento, ela percebesse que havia ultrapassado uma linha que não deveria

om um olhar cheio de fúria. Meu rosto se tornou uma m

a completamente tranquilo, mas minha calma era o tipo de calmaria que precede a te

o um erro, e o olhar que eu lhe dava era um claro aviso de que as consequências se

se justificar, mas as palavra

m uma risada baixa

s não havia onde se esconder. Ela estava completamente à mercê do que eu quisesse fazer, e eu queria deix

. Eu vi o choque na sua face, mas não senti nenhuma compaixão por ela naquele mome

, enquanto eu me aproximava ainda mais dela. - Não vai haver mais ninguém para

ntando, em vão, encontrar alguma saída. Mas não havia. Quando você me desafia, não há escapatória. Eu sentia a resistência dela, o desejo d

se fosse um animal que havia encontrado sua presa. Ela tentou se afastar, ma

frio, sem compaixão. - Você não vai gostar d

ais: um cansaço profundo, como se soubesse que a resistência não a levaria a lugar algum. Eu podia sentir sua ene

i por um momento, observando-a, e então, sem pressa, a deitei no sofá. Ela estava desacordada agora, completamente vulnerável

tava dada. Ela aprenderia que, ao entrar nesse mundo, não teria mais e

o, como se fosse apenas um sussurro

sacordada, e sua respiração ofegante era a única coisa que quebrava o silêncio pesado. Eu a segurei com firmeza, sentindo sua fragilidade

algumas pessoas que ainda estavam lá, sem ousar fazer um movimento. A tensão no ar pa

na. Quando me viu com Alessa nos braços, ele n

va completamente fora de combate, e eu sabia que a noite não havia acabado para mim. Ainda tinha mu

Marco apenas assentiu, sem palavras, e ligou o motor. O som do carro cort

a poderia não entender agora, mas logo perceberia o quão inevitável era o que estava aco

oisa que me interessava agora era o

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