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Capítulo 4 A fuga

Palavras: 1618    |    Lançado em: 08/01/2025

ítu

. O espaço era amplo, com paredes de pedra e tetos altos que amplificavam cada som, mas para ela, parecia su

ba avançou suas garras afiadas contra ela, os olh

hamar por sua loba. Aquela fêmea parece disposta a continuar com seu golpe e Ivy sente seu sangue gelar, porque percebe

s. - A loba volta a rosnar e se prepara para atacar Ivy

ataque pudesse atingi-la, u

gna tudo ao redor e só entã

gando-a contra a parede com um estrondo. A fêmea gritou de dor ao impacto, mas Lucian não

ve, reverberando como um trovão. Seus olhos brilhavam com um dourado

ável, os dentes à mostra em um rosnado ameaçador. A loba tentou recuar, mas Lucian não

a, mas porque a intensidade de Lucian era

- ele continuou, a raiva em suas palavras quei

saladora, e a maneira como ele a havia protegido era quase... reconforta

! - a loba cuspiu, ignorando a dor. - E

anquila, quase casual, mas a ameaça na sua voz era i

parede com um movimento rápido, prendendo-a facilmente. Ele inclinou-se,

vou fazer você se arrepender

n, você

mulher com mais força. Um grito escapou de seus lábios

olhos fixos nos de

ão a toc

deu atenção para os gemidos de dor ou o olhar apavorado que ela lançou em

ntou recuar, mas ele estendeu a mão, segurando-a pelo braço com fi

her toda a sala. Mas ao mesmo tempo, havia algo perturbadoramente calculado em seus movimentos, c

u, a voz mais baixa, mas ai

os estivessem tremendo e seu

r diretamente para ele. As memórias do ataque e da intervenção brutal de Luci

os e ergueu o queixo, s

, Ivy. E força às veze

as ações. Ele era um protetor implacável, mas também um alfa brutal. E, mesmo que ela odiasse

Na próxima vez, eu talvez não chegue a tempo. - E lançando

o verdadeiro inimigo não estava do lado de fora das portas da alcateia - mas bem

lenciosa, e ela notou que os poucos lobos que costumavam rondar o espaço não estavam

de perfeita. - F

s. Seus olhos varreram o ambiente, procurando qualquer sinal de algué

pção. Ele era cruel, intransigente, e o olhar impassível qu

ompanheiros. E se ele era assim com os membros de sua al

m trovão em sua mente: E s

não podia permitir que isso acontecesse. Lucian havia tirado t

os outros. Ele n

a adrenalina a tornasse mais ágil. Havia apenas uma saída possível: o portão que levaria até a t

nge, o tilintar de talheres e o baixo burburinho de vozes no salão principal. Sua garganta es

ortão, seu co

completo, ou talvez fosse um milagre do destino. Ivy não perdeu tempo.

e perigos desconhecidos. Mesmo assim, ela sabia que o maior perigo estava dentro

ndo, Ivy come

e a aprisionara. E, mais importante, para mais perto da única co

isioneira de ning

homens. Não poderia fugir sem antes tentar ajudá-lo. Ivy balançou a cabeça. Precisava se

teia concentrada no jantar. Movendo-se furtivamente, ela se dirigiu às celas, onde sabia que seu ir

mal iluminada por uma lamparina no corredor. Ao espi

implacáveis de um chicote. O carcereiro, um macho corpulento e crue

stá? - o homem rugia, irrita

om esforço. Seus olhos estavam semicerrados, o rost

ada... - ele consegu

ar, empurrou a porta com um estrondo, fazendo-a se abrir violentam

?! - o homem gritou, virando-s

re o homem e seu irmão. Seus olhos queima

ar meu irmão, terá

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