rtância real. Minha mente estava em outro lugar, concentrada em um ponto fixo: o celular. A cada pausa meus olhos voltavam para a tela, esperando o instante em que Anne me l
quieto, como se algo muito errado estivesse acontecendo. O pensamento de que Gustavo poderia ter feito algo
pontada de frustração e ansiedade. Eu tentava manter a compostura, fingir q
ara a tensão que se acumulava no meu peito. Sentei-me na cadeira, fixando o olhar na janela, mas não consegu
s e a tela parecia pesar uma tonelada. Pensei em ligar, mas sabia que não adiantaria. Se ela esti
ntar e ir até ela na escola onde trabalhava, mesmo sem um motivo claro, apenas para vê-la, para me cert
notei a expressão de curiosidade em seu rosto. Ninguém sabia do meu envolvim
tá tudo bem com ela - pedi, tentando manter o tom casua
ho, claramente es
alguma coi
ou pedindo - respondi,
ndonando-me com meus pensamentos agoniz
de, ele finalmente voltou, mas sua
disse em voz baixa, como se soubesse q
ra e começando a andar de um lado para o outro,
ômago revirava com a incerteza, e a necessidade de agir agora era quase insuportá
erguntou, notando a tensão em minha
do conter a frustração que borbulh
tou, pre
erteza,
quei, mais firme
nfiado, antes de se retirar, sem compre
falta de respostas. O silêncio que seguiu sua saída era opressor, preenchido ape
? As opções que passavam pela minha cabeça eram todas ruins. Por mais que eu quisesse, sabia que não poderia simplesm
ava me enl
minha testa, e minhas mãos estavam trêmulas, não de medo, mas de pura frustração. A imagem de An
continuava a marcar o tempo, cada segundo que passava parecia me afastar ainda mais da sol

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