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Histórico

Capítulo 3 Oliver Parker

Palavras: 3765    |    Lançado em: 01/12/2024

do Ac

quanto mais resolvia, outros apareciam, como se fossem uma hidra. Aproximad

que i

ndo que estava a caminho de uma guerra. Muito provavelmente, não teve acesso ao A

endiment

. O que começou consensualmente e com ambos interessados, terminou conosco não suportando ouvir o

sse. Enquanto nosso desejo fosse mútuo, estava tudo certo. Porém, com o passar dos dias, percebemos a enrascada. Ela ficou possessiva. Aparecia no es

sem ser convidada, puxou Olivia da mesa enchendo-a de impropérios e não satisfeita, ameaçou fisicamente e tentou agredi-la. Pensei que Archie enlouqueceria de

s nós d

ui Emilly? - Q

a sem ser convidada, chorava de soluçar tentando nos comover, implorava para reatar e quando percebia que nada disso adiantava, começava a berrar aos quatro ventos o quanto éramos horrívei

quei tudo várias vezes e parece que não consegue entender. Nosso relacionamento deu o que

mo vocês.

Nós te avisamos previamente e você aceitou. Eu não me envolvo por amor, não quero amar. Exatamente para evitar esse momento desagradável, que pr

onamentos, perfeito para mim. - Ela continua chor

ara a nada. Você já sabe o q

ode acabar assim. Perceba de uma v

suficiente para continuar aqui ou

e você não ficar comigo, nã

é uma

é um ju

. Sullivan, informando que Emilly está proibida de entrar nos escritórios, porém se aparecer, ela tem permissão de chamar os seguranças para ret

pachá-la, quando

e levar até em casa?

dade, por que prezo muito pela minha paz de espírito quando estou de folga. Tanto eu, quanto Archie, levamos tempo procurando um lugar bom para fixar residência. Quando descobrimos essa cas

o do quanto a vida estava triste desde que nosso relacionamento terminou, que não tinha ânimo para sair como ant

direção ao meu pau, que não estava nem um pouco interessado na

está fazendo? - Pr

o quanto pode ser

, se dê

, garanto. Me

uanto está sendo inconveniente? Essa é a últi

relaxar, é nítido o quanto e

empo de re

tarde demais que tinha me distraído com a maluca do meu lado e não tinha como parar o veículo a tempo. Meu coraçã

que ela não

com a chuva e sendo seguido de perto por

a frente do seu carro dessa forma? Chama

ntes que eu chame a pol

pulsação da mulher no chão. Não era possível ver seu rosto, somente a

celular e solicitei uma

hospital muito conceituado em toda Londres, assim q

epois, consegui ouvi

carem-na na maca. Em uma primeira avaliação, ela tinha fraturado o punho esquerdo e quebrado a perna. Provavelmente tinha tido uma concussão fortíssima ou um trau

jogado de canto uma pequena mala, que provavelmente era da estran

*

esconhecida estava em cirurgia com o Dr. Alexander Parker - vulgo

dos médicos do hospital. Estava inquieto e não conseguia ficar parado. Minha mãe apareceu cerca de

cê estava aqui, o que houve? Tá tudo bem?

a a min

tudo e fazia até o impossível para sol

Não sei... como ela está. Unica informação que e

, desde que tirei minha habilitação aos 16 anos. Fui muito responsável. Era inadmissível cometer um erro dessa proporção. Sempre me falaram que

oto na frente da minha mãe, aguard

ava da

ecisava d

cobrir o que aconteceu, depois você me con

saiu, tudo se t

a e tentava me oferecer algo, mas eu sempre negava. Minha mãe demorou

ornou, eu esta

está? - praticamente

ortopedista, porém isso não foi o mais grave. Além de um traumatismo craniano severo, que ele precisou drenar parte do sangue que consegui

ndo, meu mundo foi d

ação, o meu desesp

sua loucura, eu nunca iria perdoá-la se es

tir dela. Ele vai lutar muito e forçá-la luta

de morrer mã

Deus. - Ela me acarinhou. - Agora, conse

critório de novo hoje, fez o mesmo teatro de sempre e no fim, me pediu carona. Sabia que devia recusar, mas não o fiz. Durante o caminho ela começou de novo, mas diferente do escritório, ela ... - Parei, não ia contar a minha mãe que ela tentou agarrar meu pau, era constrangedor. - Enfim, ela começou se descontrolar e por um momento, eu desviei a atenção da avenida para olhá-la, acabei me envo

você é adulto, maior de idade e bem resolvido. Espero que agora, perceba bem com quem se envolve. Deus

meu lado em nenhum momento e quando meu pai apareceu, me fal

ela e

stela, que causou uma perfuração. No momento, o que mais me preocupa é o inchaço do seu cérebro devido a pancada. Fizemos tudo o que

sso

o é permitido ninguém fora a família, mas como não sab

que colocar roupa cirúrgica para evitar contaminá-la co

eles aparelhos que atestavam sua vida. Me aproximei devagar, como se, qualquer mínimo barulho pudesse despertá-la. Quando cheguei perto da cama, estanquei no

li

de uma massa de cabelos loiros cheios, que destacavam sua beleza. Uma beleza fantasmag

amento que eu cometi no passado, preciso que fique boa - sussurrei.

familiares. Como o hospital era dos meus pais, tinha o andar da família, com leitos preparados em caso de qualqu

o aos poucos. Seu cérebro, contrariando tudo o que acreditávamos, desinchou rapidamente e os exames posteriores

deixou o

toda a sedação dela.

ela vai fina

, irá. Precisamos somente aguardar. Ela já respira sozinha se

dar. Podia levar minutos, horas

motamente. Sai poucas vezes do seu lado. Queria estar presente que fin

lar tocou, atendi rapidamen

gos próximos dos meus. Somente ele sabia com clareza como eu estava me sentindo por ter sido causador do acidente da garota. Ele

te ainda não

o, o que o seu p

estão bons, seu cérebro também. Não sei p

vai acord

foi retirada toda a medicação. Nenhum si

m você? - Ele ofereceu novamente. D

e se estiver tudo bem para você.

ar bem. Mais

diência estava chegando. Nunca perdi nenhum caso, tanto, que meus adve

s que julgava relevante pontuar ao juiz, quando uma batida na porta me trouxe d

que p

ciente, vindo diretamente até

inho, como

faz aqui

com essa garota que se jogou na fren

a forçando sua presença onde não é c

fazer companhia. Você não

Fo

até a cabeça. Imediatamente me levantei e me aproximei da cama. Finalmente. Ela estava acordando, ainda não tinha aberto os olhos, mas sua respiração era audível

uve? - Ele

acordando.

umas das enfermeiras sussur

nha um toque amendoado envolto por pontos acinzentados, tornando-a única. Ela olhava ao redor do quarto com um enorme vinco n

? - Que

de ansiedade. - Uma das enfermeiras

i sua mão. Imediatamente seus olhos se

iga ok? Respira comigo -

Aos poucos, comecei a diminuir, respirando devagar. Foi com muita satisfação que percebi que ela se esforçava para me segui

rota. - Não co

presentou e a mocinha só esboçou alguma reação quando

o. Que idioma era aquele? Será que ela não fala inglês? Isso seria um problema. U

Ela se corrigiu e falou perfeitamente meu idioma. O susp

em notar seus movimentos, como era meiga em se comunicar, sua voz

para ser surpreendido

a muit

ora com ela acordada, pa

vaneios e foi com muito desg

ção. - Emilly despejou seu veneno. Não tive tempo de retrucá-la, porque a menina novamente se desesperou, dessa vez entrando em um pranto assolador. Todo mundo se comoveu. Me

soro que estava em seu braço e aos poucos, a princesa foi

*

i ninguém. Sei que era necessário, que precisavam refazer exames para atestarem sua saúde, mas decidir aguardar alguns minutos

e me vi prendendo a respir

tá haven

e descontrolou novamente movida a diversas pr

á-la no que

r do momento que entrou na frent

cie de guardiã

e solta por Londres se

inha. Tenho muita paciência, ela ia confiar em mim um

nd

ual a mocinha

á a salv

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