img NAS TERRAS DE MAKUNAIMA – PARTE 2  /  Capítulo 2 ACONTECEU DEPOIS DO SUSTO | 4.26%
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Capítulo 2 ACONTECEU DEPOIS DO SUSTO

Palavras: 1821    |    Lançado em: 28/11/2024

ando de um lado para o outro, se sentindo preocupado, se movimentando prat

eterinária e trouxe o rádio para me comu

, pens

nvolvendo muito mais do que deveria. – Balançou a cabeça. – Ah, para com iss

tentou se

Ricardo vai falar com ela depois e isso não é da minha conta. Princip

sou e Zeca decidiu entrar novament

panhante? – Pergunt

uscar a Vera Sucupira.

s pelo médico. Não deixe sua namorada f

ranheza. – "Talvez, respondi assim, p

e aproximand

enhorita precisa continuar o tratamento em casa. Já

e trouxe? – Perguntou

s precisei faze

erteza que tinh

lá. Apenas recebi um chamado pelo rádio. O

nome? Como poss

o precisa me agradecer. Faria isto por qualque

osso te ped

se eu pud

tudo embaçado. Posso segurar no braço

Mas, se não está enxergando, talvez de

squeci. Devem te

amo

m, ela não enxergava nada para pe

ique o seu braço

tem um vulto alt

que estou bem na sua

redor em direção ao carro. Durante boa parte do trajeto, caminharam em silêncio. De r

uilíbrio. Zeca, por instinto, segurou-a para que não c

s ir mais devagar. – Disse isso, a

íbrio. – Ela respondeu, apoiando os braços na cir

da forte. Deve ter sido criad

você em pé mais uma vez.

uma inútil. – Ela disse fitando-o nos

es acontecem. – Respondeu Zec

nalisar o hom

ais de vinte centímetros maior que eu. Tem

ropeçou novamente, dessa vez em um paralelepípedo perdendo novamente o equilíbrio

. Sou uma pés

o se menospreze. – Ele responde

ria jurar que estava querendo chamar a minha atenção

ui enxergar a saída. Muito menos

pouco mais devagar. Já estamos quase chegando. –

aro,

tavam parados, próxim

guarde aqui. E, não se

to, s

ando em pé, em frente ao po

inhava em direção

ha percebido o quanto fiquei avermelhado com toda essa aproximação. Fiquei

e voltou e a ajudo

r aqui. – Zeca falou

ficar lhe devendo muito, por toda s

o, seguindo de v

ão está me devendo nada. Ajudaria quem q

a! E, claro, com toda certeza, é muito importante para

.. Onde devo deixá-

pus tenho um dormitóri

diga se eu puder saber. – Zeca sabia,

era sorriu. - Posso res

, pode apen

pross

aço algumas pesquisas com pequenos animais. Além de ajudar, Agatha, profes

– Zeca disse sorrindo de canto, olhando-a de relance

mestrado, me esforcei, estudei um pouco mais

ser atacada por

ssa vez, tropecei numa ou mais caixa colmeia quando num susto esbarrei em um ancinho. Acho que vi alguma co

va bem desinchada. Ele matutou: "Ela é realmente muito bonita! Nem parece aquela p

mal perigoso, rondando o

agino ser um jacaré açú ou um p

Afinal, não sou muito mais velho que

erei que me acost

hama, Vera. É isso? – Ele disse o óbv

hor. Quer

além de vulto, apesar de esta

nseguir enxergar o senhor co

a apenas

tratamento parece estar funcionando. E, muito obrigad

r. Você ainda vai precisa

esolver o que

arecido? – "Por que estou querendo saber iss

Ele é o me

pe! Eu não sabia. – Zec

sem jeito? Claro que ela teria um namorado. Ne

a no local da universidade que

vejo agora, parecem que seus cabel

uros. – Zeca aproximou-se um

m azuis. – Vera também

s. – Ele gaguejou, ain

ha visão que ainda

uma das mãos no braço direito dele, observa

azer isso! - Zeca sent

me aproximar assim. Por que será que senti meu c

ainda não enxergo o senhor como deveria. In

a de nada disso, Vera. –

ue fez por mim hoje. Acredite

radecimento amanhã ou qualquer outr

te dei muito trabalho

tra pessoa teria feito

e aproximou do veículo e

sa hora da noite e com um homem. Saia daí

, Senhor! – Ve

u o miserável!

ndeu tudo errado! – Vera disse

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