img A virgem feita para o CEO secreto  /  Capítulo 2 A mulher no elevador | 1.20%
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Capítulo 2 A mulher no elevador

Palavras: 1594    |    Lançado em: 27/11/2024

rv

coisa que pensei era que encontraria uma mulher como aquela, presa em um elevador comigo, desejando que eu a levan

nte, eu não tinha paciência ou era complacente com essas atitudes. Minha mãe costumava dizer que isso vinha do meu pai, porque ele sempre foi assim, e ainda era

o que algo assim pudesse acontecer com tanta facilidade. Observando-a um pouco, acabei vendo uma grande semelhança entre ela e minha m

r você nisso - rec

dos longos, que insistiam em colocá-lo atrás das orelhas com muita frequência. Eu poderia dizer que ela era uma mulher muito b

u a ajudasse naquilo, ela poderia se machucar. - Sabe

és no chão, com uma expressão de que

onitão, eu n

u o filho dele, e isso me deixava frustrado e entediado. Entretanto, entrar nesse elevador mudou um pouco as coisas para mim. Eu poderia dizer que ti

o essa reunião é importa

semicerrando os olhos. - Tem noção de que se o eleva

da que protege a cápsula, é quase impossível acessar o mundo lá fora. Então, tudo está cortado. Nem o botão de emergência está pegando. Estamos presos aqui há mais de 15 minutos, e... - Ela falou tão rápido, deses

beça, achando

releva. - Seus olhos cor de esmeralda me fitaram com tanta atenção, quase como se les

olhos. Sua postura determinada, sem medo, chamava a minha atenção. Não dava para eu acreditar que estava gostando de ser desafiado por uma mulher que devia ter 1,56 m de altura. - Mas, todos os dias, eu tenho que entrar nesta empresa e fingir que sou forte, que não me importo com as piadas, com as fofocas e com os olhares na hora do almoço. Não tenho um amigo ou colega. A

tempo. Realmente, vivíamos vidas completamente diferentes. Enqua

algumas coisas. Minha mãe costumava me dizer isso, e ela era um desses exemplos. Porém, eu vivia em minha b

ha tantas coisas na cabeça, que se esquecia

, sem ter que se arriscar lá fora? - questionei, ainda ac

mente, ficava grudada com a chave do meu carro, poderia ajudar, só que eu não queria que Samanta so

la respon

m usá-lo, antes que ela se machucasse, mas a garota pu

criando uma espécie de apoio para ela colocar os pés. - Vou abrir o alçapão e usar

Eu

que ela me chamou? Franzi o cenho, confu

as

seu nome,

encarei por um tempo, até que ela estalou os dedos na

ainda aéreo. - M

ome. Ela usou o mesmo apelido que minha mãe usava para se referi

impulsionou para subir. Então, as luzes voltaram ao normal e o elevador voltou a subir, fazendo com que e

rado com a mulher, que se segurava em mim e me olhava, assustada. Seus olhos esta

ter se machucado. - E lá estava o Harvey que todos conheciam: furioso, arrogan

Fiquei presa neste negócio com um idiota. Não pode me culpar por ter ficado desesperada. - Todas as vezes que ela me chamava assim, eu me sentia desconfortável. Era como se eu estivesse vendo a minha mãe mais jovem. - Você, aparentemente, tem tudo

que. Olhei para as suas costas enquanto ela caminhava para longe, e, então, as portas

one da mulher caído, só que já

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