img O mercenário e a detetive  /  Capítulo 4 Confronto Impossível | 7.14%
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Capítulo 4 Confronto Impossível

Palavras: 1228    |    Lançado em: 18/11/2024

Ste

ncia ao terrorista, que eu e minha companheira Eva estávamos perseguindo. O mistério começava a ser desvendado, mas a urgência era iminente. Conseg

e temos agora. - Olhei para

egar esses desgraçados. - Ela sorriu para mim e

as de segurança. Procurando pelo terrorista antes do próximo ataque ocorrer. Meu olhar estava fixo nas telas, mostrando um grupo com

tes de seguirem em frente. Eu sei exatamente para onde eles estão indo agora. Precisam

minação em minha voz. Minha amiga saiu

, peguei meu celular, que estava em cima da mesa, e digi

nos dar ao luxo de falhar. Juntas, seguimos em direção ao armazém abandonado. Onde os terroristas se preparavam para o próximo ataque.

ll Wi

todos eles, com cada um deles em nome de todas as vidas inocentes que haviam sido ceifadas. Fui coberto por um boné e uma máscara para esconder meu rosto desfigurado da e

nas começando. - disse enquanto

tregavam à alegria. Eles pareciam pessoas completamente sem sentido. Eles não se importavam com o perigo que mu

Ste

icado e parei o carro

amos em direção ao local, a pressão aumentava. Eva e eu nos aproximamos do local onde estavam os terroristas, determinados a impedir o ataque. Enquanto

completamen

e sentir que eles já estavam lá, todos juntos.

reguem-se agora. - disse, observando tud

próximo andar. Vo

inuei avançando, mantendo a arma na minha

virei, com o co

e ouvi o tiro. Felizmente, a bala passou um centímetro de distancia do meu rosto.

de dor e ca

am ouvidos no

fui cercado por um grupo de terroristas. Consegui deslizar entre sua

r onde estava Eva antes de

lá, não conse

passos dos terrori

agachei, ouvindo

e você terá o fim que merece, sua vadia. - ele sorriu e conclu

ive firme, tentando mirar neles

braço de um deles. O homem p

á? - gritou, segurando o braço

conderijo

antive meu rosto escond

m em minha di

ntra mim. Pulei para o andar de baixo e, felizm

ram atrás de mim, de

uperar, mirei neles, pron

eles avançou com uma faca na mão

tado, mas estava disposta a mostr

ocê vai sofrer muito. - Não disse mai

çou sobre mim, tentando

-o nas costas. Mesmo ele sendo grande, eu não era uma mul

i seus braços, peguei minha outra arma que estava escondida

para os

u disse, enxugando o su

me deu um soco no queixo. Caí para trás, desequilibrado,

ei para ele. Mas o outro homem, grande

amiga. - Quando ele disse isso, se

stava

ágrimas, olh

vi o som de um tiro e o homem caiu i

ndo ainda outro inimigo, vi

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