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Capítulo 2 Temos que sair daqui

Palavras: 1198    |    Lançado em: 22/10/2024

te

l

lo braço, puxando-a para continuar. O som da chuva era ensurd

ão, o pânico me cegando, mas tud

e entre os dentes, tentando manter minha

descontrolada. Ela parecia prestes a desmoronar a qualque

em sua pressa desesperada, esbarrou em uma lata

omo um tiro, e meu cora

sussurro apavorado, os olhos arregalado

descarga elétrica. Não havia tempo para pensar, apenas para re

apertando meu peito enquanto ouvia pass

dadas, mas tudo parecia abafado pela chuv

eciam ainda mais distantes, como se estivés

garotas! - ouvi alguém gritar, e meu

pés batendo contra as poças d'água,

com as gotas de chuva, criando u

y arfou ao meu lado, sua voz carrega

s, com medo de que eles esti

s pernas já estivessem queimando de cansaço. -

to mais para mim, porque estava apav

ávamos ser rápidas e inteligentes. Avistamos uma rua lateral à fre

os po

de tijolos ao fundo. O pânico me consumiu quando perc

r? - Vicky pergunt

uma saída. Meus olhos se fixaram em uma cerca

li - eu disse, apon

corregadio dificultando cada movimento. Eu sou pés

lado, nossos corpos encontrando o chão molhado com um baque surdo. Bati o cotovel

u sussurrei, puxando V

uidores ficando mais distante. Finalmente, avistamos a av

tamente, as luzes acesas co

, ofegante, respirando forte.

onto de ônibus, Vicky qu

uma luta contra o cansaço e o medo. Quando finalment

ei, acenando com a

amente surpreso ao ver duas garo

, permitindo que entrássemos. Assim que nos s

olavelmente. Vicky estava ao meu lado, pálida como u

- eu perguntei, a

a palavras. Tudo que conseguia fazer era respirar fundo, tentando

as desertas, as luzes da cidade pisc

tivéssemos presas em um pesadelo

ponto. Saímos do ônibus em silêncio, o vento frio nos envolvendo

silencioso, as luzes apagadas nos indica

seguimos arranjar depois que nos colocaram para

Vicky, tentando manter minha voz firme.

ao nosso trailer. A lama grudava nos nossos sapatos, e eu me s

uidado, tentando não fazer barulho. Entramos, e eu fechei a por

tremendo. Eu me sentei ao lado dela, tentando encontrar

mente murmurou, a voz quebrada. -

da verdade em suas palavras. - Mas est

ara mim, os olhos c

ficar aqui, eles podem nos encontrar. Não

ica para todos os nossos problemas, mas a verda

era que precisávamos sobr

e não sentia de verdade. - Vamos dar um jeito, como sempre fazemos. Foi

a abracei, tentando passar algum conforto, mas dentro

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